Mais Um Prego no Caixao Para Enterrar Portugal ...

Ainda ontem aqui neste recanto falei neste caso que me deixou mesmo em ponto de fervura depois de saber que a principal causa dos elementos da troika terem metido aqui em Portugal os reais presuntos foi mesmo o facto de não terem deixado cair o BPN e o terem salvado sobretudo pelo facto de nos seus corpos  gerentes haver muitos membros do PSD, do PS e das obediências maçónicas.


Agora como já não tivessem bastado os mais de 8 biliões que a salvação do BPN custou aos cofres das finanças publicas da república, agora aparece o abutre Arlindo de Carvalho, criador das taxas moderadoras do SNS e para terem a ideia de quanto é que ficou o salvamento do BPN basta fazer as contas de uma forma mais ou menos livre e grosseira e obetemos o valor do custo deste salvamento por cada habitante de Portugal que dá uma média de 800 euros a cada um de nós de todas as idades, algo equivalente ao salário de um funcionário público administrativo sem os descontos legais ou o mesmo valor que custa fazer obras em Lisboa semelhantes àquelas que foram dirigidas pelo insigne Marquês de Pombal para que o sangue da cidade que são as pessoas voltem a morar no seu coração.


Este caso em específico do ex-ministro da saúde dos governos de Cavaco Silva é mais um assalto da alta roda darepública porque acontece que a empresa deste mesmo senhor e um seu associado, José Neto; firma que dá pelo nome de Pousa Flores, pede ao BPN 53,6 milhões de euros de indemnização que por acaso é o mesmo valor que o desgoverno da república pagou ao BPN quando pagou a o calote que a Pousa Flores deu ao BPN e agora além desta mesma indemnização quer ainda que o BPN execute todos os imóveis  e acções comprados com o dinheiro deste mesmo empréstimo e  esta mesma quadrilha anula os processos que têm em tribunal contra o BPN se a sociedade pública Parvalorem (criada de propósito para lidar com este pepino) a Pousa Flore passa vários activos de firmas para a Parvalorem, acontece que estes activos não cobrem o o que foi emprestado a Arlind de Carvalho e muito dificilmente este acordo vai ser alcançado.


Todavia existe um contrato entre a sociedade pública e a Pousa Flores que: um contrato de promessa da sua cessão à Parvalorem assim que estiver resolvido o diferendo. Quando isso acontecer, será o BIC a devolver os créditos à Parvalorem.


Ficam as minhas perguntas de sempre: Quem mais esconde o BPN ? Quem andam a proteger ? Com que objectivos ?


Como sempre vos peço para ler comentar divulgar

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