Será que Ainda se Tem que Fazer um processo de Beatificação de Salazar ?

Depois de dois dias sem puder passar por aqui devido a problemas técnicos, mas mesmo assim consegu acompanhar as notícias e ficar surpreendido quanto baste para não esquecer a matéria que me inspira para o artigo de hoje e que de facto vai ser uma surpresa para muitos como foi para mim assim que li e que me deixou e queixo caído.


A base para esta monografia e hoje foi uma entrevista dada pelo antigo presidente da repúblca Mário Soares que ao fazer comparação entre os tempos e Salazar e o presente desgoverno e o eminente político e estadista português é claro como a água ao dizer que Passos Coelho é bem por do que Salazar porque Mário Soares não se lembra de uma tamanha contestação a um governo da república como é o caso do desgoverno de Passos Coelho porque desde do simples cidadão da rua, ate aos generais e bispos estão contra o presente desoverno, algo nunca visto nos tempos de Salazar segundo Mário Soares.


O que disse Soares não é propriamente uma novidade para mim porque a minha mãe sempre que ouve algum ataque provocado por este novo apaertar de cinto diz sempre que nunca se lembra nos tempos do Estao Novo ter visto ou ouvido falar em tanta fome e miséria como nos tempos presentes e muito menos em contestação social generalizada como se vive nos tempos presentes e a últma vez que se viu o oficialato da tropa unido com a arraia miúda foi nos tempos do PREC e do 25 de Abril quando uma tropa esculhaçada por uma ditadura que insistia em mater uma guerra perdida e com um livro escrito por um seu par que depressa chegou a conclusão que a solução o problema do ultramar português nunca poderia ser militar, mas sim política.


Com este panorama, a solução da crise portuguesa é exacatamente o inverso do problema da guerra o ultramar e que tão bem foi concluído pelo Marechal (na altura General) António de Spínola, ou seja, a solução dos problemas em Portugal causados por este desgoverno nunca pode ser política mas sim militar porque assim querem do desgoverno.


Mas voltando a personagem do cidadão mais conhecido de Santa Comba Dão e um dos melhores alunos de sempre da Universidade de Coimbra que apesar de ser um ganacioso no mais estrito signficado da palavra ganância e dos seus derivados, abriu mais escolas primárias e hospitais por este país fora do que todos os desgovernos da chamada democracia e os hospitais regionais e distritais serviam muito mais as populações do que os elefantes brancos que foram abertos nos arrebaldes de Lisboa ou então as escolas primárias que havia uma em cada aldeia e era um polo de fixação de gentes, mas com a emigração e sobretudo com os encerramentos das estrutras de base como escolas e hospitais que eram motivo de orgulho do antigo regime, agora Portugal tem um interior envelhecido, desértico e um desgoverno que anda a matar o país a fome e se ouve mais falar em fome nos tempos actuais do que nos tempos da grande fome na zona de Setúbal nos tempos da intervenção anterior do FMI em Portugal e esta fome extrema chega ao ponto de os pais de milhares de crianças tenham que esperar pelo início das aulas para que as crianças tenham uma refeição decente e ainda a Dra. Jonet diz que não há miséria em Portugal, mas a miséria existe sim e muito mais grave do que nos tempos da velha senhora.


E ficam as minhas perguntas da orem: Será que Mário Soares tem razão ? Aonde vamos parar ? Que destino leva Portugal ? Afinal a quem serviu a democracia ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?

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