Dr. Anónio Costa em Vez de Festa, mande arranjar as ruas de Lisboa

Este artigo é baseado num trabalho de campo e feito com algumas dores em parte provocadas pelo motivo que me leva a criação deste trabalho de campo que caso houvesse a mínima competência do pelouro relacionado com os jardins, arruamentos e trânsito, com toda certeza do mundo nunca seria feito.


Ontem tive a minha consulta de rotina de neurologia devido as minhas maleitas e foi a última vaga do médico até Fevereiro e lá tive que ir para oncologia a pé e ainda dei uma passagem pelo meu ISP para resolver um problema que estava pendente e se resolveu a bem, felizmente; e depois desta resolução e alguns pés torcidos devido ao estado do passeios e da chuva lá cheguei a consulta, donde saí quase as 8 da noite porque o meu médico tinha várias pessoas a minha frente e ainda tinha gente atrás de mim e quando vim para casa descarregou a maior bátega de chuva do ano e como atravesso sempre a Praça de Espanha para vir para casa e a ruas próximas do  IPO e da Praça de Espanha se transformar em lagos e rios sobretudo devido as sarjetas entupidas com folhas e o alcatrão da estrada está as ondas e aos pedaços de remendos que faz com que a Praça de Espanha se transforme num lago misturado com um rio e onde os carros que passavam em velocidade excessiva para um dia/noite de chuva e muitos destes carros passavam por cima de uma poça de água que era na realidade um lago, por o alcatrão que fica no semáforo próximo da saída do metro, junto aos autocarros suburbanos passavam como fossem pilotos de rallies e molhavam com um banho de água suja quem ali estivesse e a sarjeta que há mais perto deste semáforo não conseguia absorver a água da chuva pelo simples facto do alcatrão reter água devido ao seu formato "peculiar" e pelo que sei não é o único arruamento em Lisboa que apresenta estas condições.


Mas enquanto muitos portuguesas, portugueses e turistas que andam a levar banhos de água suja e andam a tropeçar devido ao estado de calamidade que se encontram os arruamentos da capital da Lusitânia e ao mesmo tempo, o edil de Lisboa transformou a favela que há no meio da cidade de Lisboa, chamada Intendente, num largo de uma cidade civilizada como Roma ou o Rio de Janeiro, colocando no chão do largo a habitual calçada portuguesa que levou mais de um ano para ser posta incluíndo 6 ou 7 tentativas e uma passdeira em mármore e confesso que gostava de ver o que a CML gastou em mármore quando há tantas ruas e avenidas e muitas em zonas nucleares da cidade sem alcatrão na estrada ou mesmo com alacatrão mal aplicado ou aplicado de forma defeituosa que proporciona acidentes, poças de água, quedas e até mesmo fracturas ósseas e bem dolorosas.


A actual administração da CML anda a se esquecer dos seus deveres como edil e cada vez mais custa andar em Lisboa, sobretudo num Outono e pêras como o actual que estamos a passar, se esteja nas tintas para os arruamentos e para a mobilidade dos cidadãos, graças a um capricho que só encontra igual aos canteiros colocados  na zona do Chiado. por Kruz de Abecassis e que deu aquela tragédia que foi o 11 de Setembro de Lisboa que foi o incêndio do Chiado e eu como lisboeta de 6ª geração, estou farto de ver dinheiro deitado ao Tejo quando há kilómetros de ruas para serem alcatroadas e milhares de casas devolutas que poderiam ter gente no centro da cidade porque as pessoas são o sangue da cidade.


Como sempre deixo as minhas perguntas como sempre sem resposta: Porque gastaram tanto dinheiro no Intendente ? Lisboa é só o Intendente e o resto da cidade não conta ? Quando é que as pessoas voltam ao centro da cidade ? O que pensam dos Lisboetas ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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