Uns Apertam o Cinto e Outros Não....
Como o povo costuma dzer, ela há coisas que nem lembra ao diabo ou que são tão infame que fazem até um monge budista perder a compustura de tão infames que possam parecer algumas regras e medidas dos desgovernos da república portuguesa que têm feito o serviço público de afundar cada vez mais Portugal num lago de lama sem fundo.
E enquanto a boa parte dos portugueses está obrigada a apertar o cinto devido ao pacto ou tratado assinado com a troika, há uma certa classe de priveligiados que são os gestores públicos de algumas empresas estatais ou sem-estatais que estão em clara violação da lei porque tanto segundo a antiga lei de salários da função pública, bem como a mais recente coloca limites estritos aaos pagamentos na função pública impondo um tecto máximo no primeiro caso do gasto máximo por pessoa ser o equivalente ao salário do presidente da república, tendo depois este valor encurtado para o valor do salário do primeiro ministro.
Acontece que quando se está bem com a colectividade da qual o poder político é sócio ou se está bem com os partidos do poder se abre sempre excepções as regras que são aplicadas aos comuns dos mortais e também nos salários dos altos cargos do sector empresarial do estado foram aplicadas "Excepções" para que os mesmos directores, presidentes dos conselhos de administração como queiram chamar, fiquem colados a estas mesmas empresas púbicas como fossem futebolistas de alto nível na santíssima trindade do futebol nacional onde boa parte dos jogadores ganha mais do que qualquer um de nós poderá ganhar num ano de trabalho ou mesmo numa vida de trabalho e estes ordenados são assim para segurar as vedetas nos clubes e a filosofia salarial do desgoverno Passos Coelho para os altos cargos é a mesma do futebol e quem está por baixo, quem cuida da relva deste bendito estádio tem sempre o salário aparado assim como assim as relvas dos três estádos 5 estrelas que Portugal tem.
Todavia aprendi quando andei na escola tanto primária como nos liceus que a democracia é o poder do povo, é a igualdade entre todos e para provar como isto pode acontecer convido os leitores e leitoras deste velhinho blog a lerem o livro "A Utopia" de Tomás Moro (santo) que também pode ser creditada a Thomas More (santo, nota: a designação de Santo nunca vem na capa mas sim na curta biografia que vem do autor mesmo antes da introdução ao livro) ou os Kibbutz ou comunidades agrárias israelitas ou ainda duma forma mais simples usando uma velha regra salomónica: "Ou comem todos ou não come nenhum"; mas Portugal nem é a llha Utopia, muito menos um Kibbutz ou algo semelhante, é sim; para mal dos nossos pecados é a transposição para o mundo real da obra prima de George Orwell - "O Triunfo dos Porcos" - onde todos os animais são iguais, mas uns são mais iguais que outros; e pegando ainda na obra distópica de George Orwell, nos falta haver um jumento que comande os animais insjutiçados e acabe com esta baderna.
E ficam as mnhas perguntas de sempre: Então não somos todos iguais ? Aonde está o princípio da igualddade ? Aonde para a constituição ? Se o presidente da república não defende a lei fundamental, então qual é o seu papel ? Que país é Portugal ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divugar
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