Honestidade no Poder Político Português, Só Se Estiverem a Brincar
Nem sei mais muito o que poderei dizer sobre as últimas movimentações nas novelas jurídicas em Portugal e que me deixam em parte com a boca aberta e ao mesmo tempo de uma forma um tanto quanto paradoxal me soam a confirmação, a uma espécie de cumprimento de calendário onde já se sabe detrás qual o desfecho.
E depois da novela que se passou em Oeiras e poderia muito bem a Moita Flores para criar mais uma novela de contornos policiais que pelo menos não é aquela cena do corta e cola e volta a cortar e volta a colar que tem sido o padrão-base das novelas criadas em Portugal e não importadas da terra do café e do samba que não têm qualquer ponta por onde se pegue e para ajudar a esta festa de novelas que é o sistema judicial português apareceu agora o caso da Senhora Fátima Felgueiras que apesar de ter cometido crimes semelhantes aos do Sr. Vale & Azevedo ao qual se junta a fuga do país antes de ser presa e perda de mandato foi considerada inocente de todas as acusações o que depois do desfecho do caso Isaltino Morais não seria grande novidade.
Todavia a novidade vem o caso das sucatas e do lado que menos se esperava neste caso porque é a própria acusação que quer deixar cair as escutas, assim deixando o gajo que tem a mania que é Deus de seu nome Sócrates Pinto Sousa só para apanhar os outros sucateiros que são uns pilha galinhas se comparados com Sócrates e são mesmo estes que o minstério público que dar caça quando deixa o cabecilha solto como um passarinho.
Triste justiça deste país chamado Portugal porque não passa de uma república dos bananas com um toque de Quinta Manor onde todos os animais são iguais mas uns são mais iguais que outros e os bananas que aguentam com isto somos todos nós e depois não podemos mesmo contar com nnguém porque nem as forças armadas que se armam em defensoras da democracia se mexem seja para o que for, sendo mais cobardes que um grupo de transsexuais ou de galinhas antes do abate no aviário.
Chega de tanto deixa-andar e se as instituições que devem velar pelo interesse do povo nada fazem, bem que seja o povo a fazer valer os seus interesses e não nos esqueçamos que estamos perto de eleições insulares e eleições municipais e sobretudo as segundas são consideradas teste sobretudo para o governo; mas é nosso dever como cidadãos ou votar em branco ou pura e simplesmente não aparecer em nenhum acto eleitoral de forma a parlisar o regime corrupto da república.
E ficam as minhas perguntas de sempre: Quando é que a justiça vai funcionar contra o poder da república ? Aonde para a justiça ? Para que servem os tribunais ? Aonde para a democracia ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
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