Coelho Com Caçador XXVIII - Até mente a Troika

Nem sei como classificar o desgoverno Passos Coelho, mas de certeza palavras como trabalho, competência e lealdade não fazem parte do léxico a ser aplicado a este desgoverno que no último ano tem feito o serviço público de afundar Portugal num lodaçal de dívidas, fome e ruína como nunca se viu nos tempos mais recentes e tamanho buraco só se acha semelhante em dois eventos da história pátria: a independência do Brasil e a entrada do país daquilo que mais recentemente se classifica como default, e logo depois da queda da primeira república quando o ministro das finanças do governo provisório da ditadura militar, Sinel de Cordes, foi pedir um volumoso e pesado empréstimo ao Reino Unido de vários milhões de libras estrelinas que deixou aqui o burgo tão encravado em calotes que tive vir um certo cidadão de Santa Comba Dão resolver as coisas.


E tal como em tempos do  Sr. Sinel de Cordes, os maus hábitos da terceira república deixaram as finanças públicas de tal maneira que o país teve mais uma vez se sujeitar a um plano de "ajuda" onde iriamos ao final das contas passar pior que antes, mas desta vez não existe nenhum mago das finanças públicas que limpe a casa e os que existem no ministério das finanças fazem mais merda no canto da gaiola do que um bando de melros e assim sendo não temos quem salve Portugal.


Com esta situação o desgoverno em vez de tapar os furos por onde sai o dinheiro dos nossos impostos, resolveu seguir o exemplo de Sinel de Cordes e nos meteu numa bela rede da qual vai ser o belo e o bonito para portugal sair dela e acontece para que a ajuda da Troika viesse, Portugal teve que assinar um acordo que se pode classificar relativamente humilhante para Portugal, mas que tinha um certo lado "humano" porque de todos os resgates até agora feitos é o menos extremo e por outro lado, Portugal tem cumprido com a sua palavra o que poderá melhorar a imagem do país; todavia Passos Coelho assinou um memorando de entendimento em que haveriam medidas pontuais que resolveriam os problemas das finanças públicas e um dos mais polémicos e quiçá infames, foi a retenção total do subsídios de férias de Natal dos reformados e dos funcionários públicos acima dos 1000 euros brutos e a retenção parcial dos que ganham entre 600 a 999 euros, pois bem acontece que enquanto no memo este corte seria apenas até 2013, mas acontece que Passos Coelho quer prolongar este corte nas costas da Troika sem que esta tivesse tdo conhecimento oficial sem ser pelos pasquins o que pode, ao contrário daquilo que o presidente do conselho disse que poderia acontecer a Portugal ao repor as férias pagas aos otários que trabalham para o Estado que iria prejudicar a imagem do país nos mercados, não vai e o que vai é esta bipolaridade que atira um discurso para consumo externo e outra estritamente interna é que vai lixar a imagem da pátria e mostra que jamais em tempo algum devemos confiar nos políticos da república.


E ficam as minhas perguntas de sempre: Quando vão ser repostas as férias pagas ? Para que serve tanta mentira ? Será que temos um governo ou uma pandilha de mentirosos ? Porque o presidente se cala ? Que caminho leva Portugal ? Para que nos serve a república e  seu presidente ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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