Toda A Verdade Sobre os Socialistas CXIX - Freeport Revisited

Ainda na mnha última passagem por este blog cuja linha editorial levou uma suspensão involuntária que da qual peço já desculpas, mas tenho que falar no assunto do momento ou daquele que voltou a ser o assunto do momento, o caso Freeport e os supostos subornos feitos a aquele senhor que já foi Führer da nação e que foi corrido ou se fez correr que vale menos que sucata de seu nome Sócrates Pinto de Sousa.


Agora no julgamente desta verdadeira novela no sentido mais estrito e televisivo da palavra porque em relação aos subornos estão numa de um confirmar e outro negar, mas não se conhece a existência de provas que neguem ou confirmem estes factos, embora seja estranho como um primeiro ministro compra um andar em Lisboa numa das zonas mas caras para tal e tudo a pronto com um salário de cerca de 5 mil euros o que torna muito estranha a situação se sabendo que este mesmo andar de Sócrates foi comprado por ele algum tempo depois dos subornos ou supostos subornos para que fosse feito o Freeport.


Sócrates já respondeu, não negando preto no branco a existência os subornos, mas apenas o seu vlaor deixando uma fumaça bem forte e muito mal cheirosa a suborno, mas parece que a imprensa escrita não quis meter mais bedelho no assunto, apenas dizendo que Sócrates negou os subornos quando este dz que apenas negou ter recebido 500 mil contos e não os subornos em si, e assim sendo quase se pode dizer que Sócrates poderia muito bem ter recebido os subornos e não os recusou, ficando ainda por se saber quanto custa um primeiro-ministro ao kilo porque nunca se sabe quando precisamos dum padrinho nos sítios certos nas horas certas e todos ou quase todos os homens têm o seu preço.


Todavia nesta novela há uma personagem que ainda não entrou nesta pantomina de seu nome Sócrates e que nada tem a ver com o filosofo que voluntariamente tomou a cicuta quando foi condenado a pena capital na Cidade-Estado de Atenas em 399 a.C. a não ser o nome porque resto nada tem a ver com o mestre de Platão.


Este senhor caso foss num qualquer país desenvolvido pelo menos teria sido chamado como testemunha, mas nem assim neste estatuto ele é chamado deixando clara uma triste ideia da justiça da república que apenas existe para os ricos e poderosos e nunca jamais em tempo algum para os miseraveis que são a grande massa de habitantes desta podre e cada vez mais nojenta república.


E ficam as minhas perguntas de sempre: Então aonde vamos parar ? Houve ou não suborno à Sócrates ? Quanto custa um Primeiro-Ministro ? Que brincadeira é esta ? A quem serve a justiça ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?

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