Mais Petróleo Importado, Kyoto Violado, Mais Carros nas Ruas, e Carris Cada Vez Mais Inútil Com Transportes Mais Caros

É do conhecimento geral de todos que Portugal está cada vez mais endividado como nunca esteve, um taxa de desemprego histórica só comparável aos tempos instáveis da Primeira República, além disso Portugal ratificou Kyoto e assumiu a responsablidade de reduzir as emissões de gases de efeito de estufa entre outros comprimissos internacionais e para ajudar a este contexto algo que piscadélico, o petróleo está em níveis quase históricos da crise de 2007 quando o petróleo passou dos 150 dólares americanos por barril e isto no mercado de Londres porque em Nova Iorque quase beijou os 160 US$.


Com estas condições mais o memorando da troika se recomendaria um incentivo ao uso de transportes públicos, uma massificação de uso e redução de uso do automóvel e consequente menores importações de petróleo porque pelo que sei, ainda passei lá há pouco tempo, não há mesmo petróleo no Beato ainda por cima desde 1998 a Galp e todas as petrolíferas largaram a zona oriental de Lisboa não havendo a mínima chance de haver petróleo no Beato e por esse motivo o uso dos transportes públcos deveria de ser incentivado ao máximo com mais carreiras e melhores preços, mas os cavalos da Carris preocupados a comprar carros de luxo para os senhores administradores em vez de investir em melhores carreiras e mais seguras porque as carreiras com mais afluxo como os eléctricos 28 e 15 estão sempre cheias de carteiristas e eu que sou um utilizador relativamente mais do que ocasional de eléctrico porque para ir a sede do meu ISP tenho que ir no autocarro grátis do Allegro que parte do Calvário em Alcântara e para lá chegar e para não arruinar as minhas articulações tenho que ir de eléctrico e neste mesmop eléctrico entram verdadeiras legiões de carteiristas, muitos deles pirralhos de origem romena ou búlgara conhecidos na zona da Baixa de Lisboa por serem arruaceiros e fazerem mini-arrastões nos supermercados além de venderem falsificações do Borda d'Água e pensos rápidos por tudo que é lado mesmo nos locais mais impróprios incomodando qualquer tipo de pessoas quando estão no seu sossego e um destes carteiristas ficou com o nariz e com os dentes partidos graças a um murro bem dado dum turista alemão que ia ficando sem a sua carteira.


A Carris que tanto apreza a vinda de turistas ao ponto de os assaltar nos eléctricos e elevadores cobrando tarifas de bordo comparáveis a bilhetes de 3 e 4 zonas urbanas da CP ou da Rodoviária e operadores semelhantes, preços  que vão dos 3,50 cobrados nos eléctricos e nos elevadores funiculares aos 5 euros cobrados no Elevador de Santa Justa e os transportes dedicados aos turistas custam dez euros a cabeça, e no caso dos utilizadores dos eléctricos e elevadores o roubo se aplicam aos cidadãos daqui deste burgo de seu nome Portugal.


Portanto no caso da Carris o roubo sempre existe, ou são os carteiristas ou é a própria Carris rouba os utlizadores com os constantes aumentos de preço e reduções de carreiras.


E na nova redução, uma das carreiras vítimas da eliminação é o 790 (antigo 100) que fazia um percurso que ia do Cais do Sodré ao Largo de S. Bento no que foi uma substituição duma carreira de eléctrico de circulação 25/26 que ia do Cais de Sodré aos Prazeres passando pelas Amoreiras e Campo de Ourique entre outras zonas emblemáticas e ainda com uma densidade populacional aceitável e este 790 levava milhares de pessoas para cima e para baixo e é rara a hora que haja na zona do Martim Moniz um lugar vago para se sentar nesta dita carreira e  nem sei onde acham a "eficiência" neste e noutros cortes porque neste caso em particular para se chegar em algumas partes do percurso que não são cobertas pelo Metro têm que se apanhar dois ou mais autocarros aumento o roubo ou então usar-se o todo-o-terreno da Lisboa antiga, o eléctrico 28, acompanhado como sempre pelos carteiristas e nas festas da cidade além dos carteiristas ainda uma fadista que ninguém conhece e que está para ali a fingir que canta a música de tascas,bordéis do século XIX e outros estabelicimentos recomendáveis, agora convertida em património (como já não bastasse o roubo nos bilhetes ou os carteiristas para castigo e suplício).


Por esta ordem de ideias, para se andar em Lisboa antes da expansão extrema do Metro, têm que os moradores, trabalhadores e afins da capital da Lusitânia têm que andar de carro, se endividando para comprar a viatura e para pagar a manutenção e poluindo ainda mais uma cidade histórica e cada vez mais poluída com gases de efeito de estufa e com cada vez menos espaço para se estacionar; mas quem disse que a república e os seus acólitos se preocupam com o povo que os sustenta; eles se estão nas tintas para o povo e apenas querem mais dinheiro e duvido muito que a troika aprove um aumento nas importações de petróleo endividando ainda mais Portugal e a troika não vai neta conversa e escusam de tratar mais as hemorróidas da filha do terrorista angolano e fundador do MPLA e membro dos turras no tempo da guerra do ultramar José Eduardo dos Santos com a língua porque esta senhora tem boa parte da Galp, além dos chineses e eles querem lucro e qual a maior forma do que aumentar o número de carros nas ruas mesmo lixando o ar que respiramos, enfim estes novos democratas se esqueceram da democracia no caixote das casas banho das senhoras para colocarem os pensos higiénicos e tampões.


E ficam as minhas perguntas de sempre: Porque não cortam os carros de luxo aos senhores administradores da Carris ? Os transportes públicos não são considerados serviço essencial ? Como querem que Portugal cumpra leis ambientais se fazem tudo para que use o carro ? Será legítimo aumentar as importações de petróleo quano o país anda de tanga ? Afinal que bosta é esta ? Para que serve a Carris ? Porque todos se calam ? Porque o presidente se cala ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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