As Infiltrações
Estou a preparar um artigo de fundo sobre as infiltrações de maçons e outras sociedades secretas no mundo do poder da república e como preparação surge no Diário de Notícias que 90% dos deputados são maçons e/ou dirigido por eles e dentre eles há três chefes de grupo parlamanetar que é pedreiro livre dois deles são da Grande Loja e o chefe dor grupo parlamentar do CDS, Nuno Magalhães é do Grande Oriente Luistano.
Resumindo o poder da república está na mão dos pedreiros livres desde de há muitos anos atrás e nem no Estado Novo, os pedreiros livres ficaram quietos e houve mesmo divisões sérias entre lojas e obediências ao ponto de ahver sempre infltrados no poder do Estado Novo e até dos médicos que trataram de Salazar depois dele cair da cadeira havia pedreiros livres na sua equipa médica, mas se chegar ao ponto de 90% dos deputados serem todos pedreiros livre o que nos remonta aos tempos agitados da primeira república onde até leis da república tinham que passar o crivo da Grande Dieta (paralmento maçónico) antes de entrarem realmente em discussão quer seja no senado como no parlamento.
Cada vez mais fico com a estranha e snistra sensação que existe um estado dentro do estado tal como em Itália em especial nos tempos da operação Gládio e da febre de crimes que varreu a pátria de Da Vinci durante os anos 70 e parte dos anos 80 do século XX da Era de Cristo onde segundo alguns investigadores se chegou ao cúmulo de se assassinar um papa (João Paulo I, ver livro de David Yallop, "Em nome de Deus") devido aos comportamentos sórdidos de uma loja que em teoria estaria submetida ao Grande Oriente Italiano, mas que na realidade era uma cisão desta mesma obediência e parecia mais um Clube Diógenes onde tudo que era poder se reunia para conspirar para chegar ao poder ou para manejar o poder a sua maneira tal como os Bórgia entre os séculos XIV e XVI da presente era de Cristo.
Assim com estas infiltrações de humidade, perdão, de maçons de todas as obediências chego a pensar que as eleições não servem para nada porque elas já devem estar feitas e decididas de trás atrvés de reuniões em vários templos maçons ou mesmo da Grande Dieta como acontecia na I República, virtualmente não servindo para muito mais do que para os cafés junto a assembleias de voto fazerem uns bons cobres a conta dos otários que ainda acreditam que em Portugal o voto popular tem algum valor "democrático" ou para a formação do poder político e com tamanhas infiltrações, entre uma maratona de cinema no Colombo com filmes em 3D pelo meio e votar, de certeza que passaria a tarde a ver filmes porque nos dias de eleições nem futebol há na rádio para uma pessoa passar o tempo e com tanto poder paralelo, está mais do que visto que tem que ser o último baluarte da democracia, os militares, a resolver a situação do "Estado a que chegamos" porque não foi para haver poder paralelo que se fez o 25 de Abril, porque se fosse para ver o povo sem qualquer valor para o poder político então ganhariamos muito mais ficar no Estado Novo em especial se chegasse a haver algum armistício com os rebeldes das províncias ultramarinas.
E ficam as minhas perguntas de sempre: Aonde está a democracia em Portugal ? Para que servem as eleições ? Se decidem tudo nos templos, porque nos enchem os cornos nas campanhas eleitorais ? É para isso que existe república ? A petição dos 37 mil (e sempre a aumentar) vai ser votada ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
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