O Jogo No Cofre

Mais um episódio da novela da Universidade Independente que com mais revelações sórdidas que para não destoar muito do habitual metem Sócrates e Vara no mesmo pacote e desta vez é a desconfiança de roubo de documentos que aparece neste julgamento porque os processos lectivos destes miliantes de alta estirpe, quais ladrões de casaca e este medo foi tão grande ou é tão grande que estes processos lectivos foram colocados num cofre trancado ou quase nnguém teria acesso.


Esta decisão foi tomada por dois directores da falecida instituição de ensino superior quase começaram a aparecer os rumores do seu fecho e os directores que tiveram esta ideia foram Nuno Tavares e Lúcio Pimentel e que a documentação que estava neste mesmo cofre está agora toda nas mãos das autoridades competentes e até um dos suspeitos no caso gostou do que ouviu apesar destes dois directores serem testemunhas de acusação e as descobertas não ficam apenas por aqui, outro facto estranho é enquanto o processo lectivo de Vara era um calhamaço, o de Sócrates era muito fininho aumentando assim as suspeitas e o suspeito Rui Verde disse no final do julgamento que tinha a papelada toda referente a José Sócrates, de facto este processo da UnI está-se a transformar numa sucata pegada.


Para ainda mais deitar fogo neste incêndio que pode depressa ficar incontrolado porque surgiu nesta verdadeira novela das 8, que é o cidadão Virgílio Mora,  ex-funcionário da imobiliária Moncresta que disseem julgamento, melhor num spin off deste processo da UnI afirmou que a esposa do cidadão Rui Verde, a meretíssima juíza Isabel Pinto de Magalhães deu instruções a este ex-funcionário da Moncresta para que fossem depositados dois cheques de 70 mil euros cada na conta de Rui Verde porque o casal Verde/Pinto de Magalhães tinha um contrato-promessa de compra de uma casa no Parque das Nações, o qual não foi cumprido tendo que a imobliária ter que ser compensada em dobro, pagamento que seria feito em dez prestações e o valor da casa em questão é 350 mil euros e este spin-off pelo facto de envolver uma juíza está no tribunal da Relação de Lisboa já em andamento, não se sabendo qual o seu desfecho ainda, mas este caso da UnI é a clara prova que este país de seu nome Portugal não é para honestos e nem na justiça deve haver honestidade e esta juíza é a clara prova que neste país os grandes corruptos estão por todo o lado e que não se pode confiar em ninguém e que temos quer ser nós cada vez mais os nossos próprios juízes porque no sistema judicial coisa que não deve existir é honestidade.


E ficam as minhas perguntas de sempre: Existe honestidade na justiça portuguesa ? Quando é que esta novela acaba ? Porque cada vez que se mexe num caso onde Sócrates está metido aparecem um ou mais spin-off ? Será que tivemos um vigarista como primeiro ministro durante 6 anos ? Para que nos serve a justiça ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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