Cimeira de Durban, Mais Um Fracasso Depois de Kyoto e Portugal Ajuda a Festa

Mais uma vez o mundo se reuniu com intenções que se esperavam boas, mas como diz o velho adágio, de boas intenções está o inferno cheio e depois de Kyoto em 1997 que foi em teoria a grande cobnclusão que se esperava da mega cimeira Eco-92 na cidade do Rio de Janeiro, conhecida por todos como a Cidade Maravilhosa, pouco ou nada se fez; melhor nada vez mesmo chegando-se ao ponto das emissões de gases de efeito de estufa terem aumentado e com força, tendo pulverizado qualquer limite tanto saído da Eco'92 como de qualquer tratado assinado depois da cimeira em Terras de Vera Cruz e uma das formas mais simples de reduzirem as emissões de gases é a simples troca do carro pelo transporte público em especial um que não seja poluente ou relativamente eficiente em termos energéticos e neste caso podemos falar nos comboios, eléctricos e metro que não emitem nenhuma ou quase nenhumas particulas de gases do efeito de estufa e são rápidos e relativamente seguros.


Pois bem, acontece que existe um país na Europa que é o paradigma da estupidez mais burra e tacanha que vocês possam imaginar que pensa só em déficit e em luxos para os altos administradores e titulares de cargos públicos passando o tempo nas tintas para quem trabalha a sério, só esperando que o otário que trabalhe pague os seus impostos e caso seja também os seus títulos de transporte porque de resto quem precisa de algo do Estado nada tem a não ser roubo e ver o país a não cumprir tratados de importância vital para a humanidade em nome de lucros e prejuízos de origem duvidosa como é o caso do buraco da CP, mas que afinal já não existe para que sejam comprados carros de luxo para os seus administradores mais elevados e graças a duvidosos e escusos estudos de opinião que fizeram que se reduzissem a um mínimo para lá do suportável os comboios da "família" Sintra/Azambuja ao final da semana transformando ainda mais mínimo um serviço que mesmo ao dia de semana já era dificil de ser usado devido aos grandes intrevalos entre comboios, agora tiveram a triste ideia de cortar ao fim de semana a linha que partia de Santa Apolónia para Azambuja, sabendo-se que nesta mesma linha circulavam milhares de pessoas mesmo aos feriados e que agora com as festas ainda mais enchia, mas os senhores do minstério da economia que não percebem porra alguma da dita economa porque assim ao reduzir um transporte essencial para a vida do país, que reduz distâncias e isolamentos, que virtualmente não polui e que tira carros das estradas é um acto para além de boçal porque quem fez este estudo não percebe patavina seja do que for.


Se sabe que em Portugal, a maior causa de de morte não-natural são os acidentes de viação e embora se venha a contar nas últimas operações especiais da Brigada de Trânsito com menos mortes, ainda se morre demasiado na estrada, quando não deveria morrer ninguém nas estradas e antenção só falam nas operações especiais porque no espaço entre elas se continua a morrer e muito nas estradas e os acidentes ocorrem quase smepre por um ou mais destes quatro motivos: problemas mecânicos com a viatura, fadiga do condutor, excesso de velocidade e álcool e com tanta gente a ir ver os seus entes queridos nas respectivas terras, as estradas da lusa pátria vão ficar mais entulhadas do que uma chouriça antes de entrar para o fumeiro e fora os apressados de sempre e os bébados de sempre que não sabem que um carro descontrolado mata mais que uma arma de fogo nas mãos de um utilizador sem qualquer prática no uso de armas e estes cortes nos horários dos comboios urbanos, além de prejudicial para o ambiente é também sobretudo prejudicial para as pessoas que trabalham ou vivem nos subúrbios da mais habitada cidade de Portugal e se tem que deslocar para o centro da cidade e não foi para este retrocesso civilizacional que Fontes Pereira de Melo lançou a rede de comboios que a paranóia por alcatrão do cavaquismo tem vindo a destruir aos poucos e o presente desgoverno destrói o resto chegando até a infámia de cortar linhas urbanas.


E de cada vez que falam em poupança e que se deve gastar menos em importações e com a tanga do código de barras que começa por 560 é um artigo nacional, quando por exemplo as caixas de fosfóros da marca vendida no Continente que dá pelo nome de Delagarden diz "fabricado na Suécia" e tem o dito código 560 que era supostamente sinal de produto português e esta treta se estende aos combustíveis porque pelo que eu sei ainda ninguém achou petróleo no Beato nem Portugal tem um mínimo de reservas próprias, ou seja, tudo que é combustível fóssil, desde dos gasóleos pesados para a navegação ao GPL derivam do petróleo que Portugal importa virtualmente do mundo inteiro, para não se falar no gás natural que é igualmente importado não havendo nenhuma jazida de gás natural por exemplo por baixo da Assembleia da República ou por baixo de um qualquer ministério ou sede de partido político da república ou mesmo sociedade secreta.


Por esse motivo estritamente e apenas económico seria de incentivar a tripa forra os transportes públicos como têm feito na monarquia desenvolvida e do primeiro mundo que por acaso são nossos vizinhos e que tem o nome oficial de Reino de Espanha, que quando o  petróleo há alguns anos passou da barreira mítica dos 150  dólares e começou a detonar a presente crise, o presidente do governo da altura que para estranhar era um socialista, tomou uma medida que se pode considerar draconiana para os modelos portugueses: reduziu o preço dos transportes urbanos,sub-urbanos e de médio curso para que se andasse menos de carro e se importasse menos petróleo e por outro lado aumentou e com força os combustíveis não-profissionais (em Espanha, taxistas, camionistas e empresas de transporte rodoviário têm acesso a um gasóleo sem impostos, tal como nas pescas e agricultura, mas apenas para os espanhóis e empresas espanholas) para compensar a redução no preço dos transportes, e sabem o que aconteceu ? Dos 4 PIGS da eurolândia foi o único nem a tombar nem a pedir esmola e tem-se aguentado mais ou menos acima da linha de água ficando aqui o português comum e relativamente culto (para se ser culto não é preciso ter-se um canudo, basta tentar ou mesmo perceber de tudo um pouco) a pensar que afinal não vive num país civilizado, mas sim numa pátria boçal onde só veêm os previlégiados, os previlégios e o dinheiro fácil e se estão nas tintas para o povo e para os seus direitos, se esquecendo que nesta democracia que afinal é uma cleptocracia que o povo nas verdadeiras democracias sejam elas repúblicas ou monarquias vem do povo é pelo povo e para o povo e nunca para interesses de grupo e aplaudo de pé e com entusiasmo o veto britântico as ideias nazificantes vindas do eixo Paris-Berlim para que fosse revisto o Tratado da União, e esta atitude mostra que os países têm que ser mais países e não meros departamentos franceses do ultramar ou länders alemães com estatuto de cidade livre (mesmo que região autónoma, quase todas as cidades importantes na Alemanha têm este estatuto), mas sim pátrias independentes e se senhor Passos Coelho quer que Portugal poupe mesmo, então faça como foi feito em Espanha em relação aos transportes públicos e deixe de mimar os seus colegas de partido da cleptocracia chamada república portuguesa porque se tal acontece, então estamos numa ditadura ainda mais infame que o Estado Novo de Salazar que por acaso abria hospitais e fazia arranjos pontuais a rede de transportes públicos, sim Salazar era um ditador infame, mas sabia onde poupar e não era dado a estes mimos como agora mimam os altos cargos e não foi em vão que ele foi considerado em 2007 o melhor português e no 20º lugar aparece um desconhecido capitão chamado Salgueiro Maia que a esta altura do campeonato deve estar a dar voltas na campa ao ver ao estado ao que chegamos e em nome do ar que as gerações futuras vão respirar e em nome da economia de uma país delapidado de recursos por uma república que podemos considerar terrorista, se acabe com os cortes nos transportes públicos e que se aumente a sua abrangência e rede, e que nunca se faça cortes como estes nos comboios urbanos porque estamos a hipotecar as gerações futuras como estava a hipotecar a Guerra do Ultramar ou estão a espera do Europeu de futebol de 2020 ou 2024 e que este seja dado a Portugal para melhorar os transportes em Portugal.


Como sempre ficam as mnhas perguntas chatas e sem resposta: Porque querem tirar os transportes públicos ao povo ? Aonde está a política ambiental do governo ? Como querem que se use mais transportes se eles são cada vez menos ? Porque nos mandam poupar se gastam biliões em importações de petróleo todos os anos ? Pensam que todos podem comprar carros movidos a electricidade ? Porque não reduzem os preços dos transportes públicos com a ajuda do aumento do combustível não-profissional com o fim da mordomias para os senhores administradores ? Porque os transportes rodoviários no seu todo, sejam táxis ou camiões TIR não têm um combustível de custo bonificado como existe no resto da Europa ? Nesta república dos bananas gostam de roubar quem trabalha ? Estamos numa democracia ou cleptocracia ? Já não está na hora do fim da república ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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