Que Labregos em História, Foi Assim Que Adolf Hitler Subiu ao Poder sem Gastar uma Bala

Nem sei mais o que dizer do (des)governo de Passos Coelho, é que chego por vezes a este ponto tanto é o disparate saído do presente (des)governo, apenas sei que em pouco mais de 100 dias fez mas borrada do que Sócrates fez em SEIS ANOS, o que para o comum dos mortais parece ser estranho mas é a mais pura das verdades por muito que custe a acreditar a todos nós.


Este senhor que pensa precebr de finanças públicas como o Sr. Prof. Dr. Oliveira Salazar, apesar do Sr. Passos Coelho nem sequer saber o que diz pela boca fora, porque quer fazer alterações ao acordo de ajuda por parte da troika ou triuvinato do FMI para que esta república desgraçada sem ter onde cair morta pague os seus calotes, acontece que o Sr. Coelho está  a fazer que os mesmos de sempre sejam eles a pagar, os quadros baixos e médios da função pública que caso o senhor Passos Coelho não saiba; são mais de 70% da força laboral do Estado e ao mesmo tempo uma fonte verdadeiramente inesgotável de IRS e de impostos indirectos que vão parar aos bolsos do (des)governo e agora este cavalo que se dz coelho e que é mais infame que o senhor que é o cidadão mais conhecido de Santa Comba Dão porque vai ao ponto de querer cortar os subsídios de férias e Natal aos funcionários do estado, se sabendo que desta classe dos chamados quadros médios os subsídios vão na sua grande maoria por as contas em dia, contas desde do selo do carro a renda ou prestação da casa.


Ainda hoje entrou na via do disparate quando comparou os salários portugueses aos da Suécia e da Holanda, mas acontece que tanto na pátria do IKEA, bem como na terra das Túlipas e do queijo edam; os salários mesmo a 12 meses são 3 vezes maiores dos que são pagos em Portugal, existe um muitíssimo melhor estado-previdência do que a segurança social em Portugal e muitos dos artigos de uso comum em Portugal são mais baratos na Holanda e da Suécia (meio parvo não acham).


Enquanto se aguarda a greve geral de dia 24 de Novembro e as manifestações de dia 12, e se ouviram de novo os recados de Belém contra os cortes dos subsídios da função pública e com a esquerda a morder e se falando em violação e com violência da constituição da república e a esquerda morde em especial através do Bloco de Esquerda que disse de forma pura e dura que os ajustamentos no acordo do FMI é para ajudar a banca e nem é preciso vir Francisco Loução para a televisão dizer isso porque qualquer um de nós vê isto, e o PS quer saber como podem fazer alterações a uma coisa já assinada e ao mesmo tempo, alterações sem fazer as devidas consultas parlamentares.


Bem isto são os ventos da esquerda porque do outro lado do espectro, o Partido Nacional Renovador diz outra verdade certa como os impostos e a morte quando o seu líder, Pinto Coelho, afirma que este governo está a levar Portugal para o buraco e que as medidas de austeridade para nada servem e que o Estado se mete aonde não deve meter (ver caso BPN), por outro lado  o PNR defende um estado-previdência forte e eficiente sem gorduras e segundo ainda o mesmo partido, não  é possível que o país da Europa com mais mar para explorar e com maior superfície de águas nacionais não liga patavina ao mar e ainda falaram nos mui famosos subsídios dados por Cavaco Silva (Primeiro Ministro) para o abate da frota de pesca, quando esta com a qualidade do nosso peixe nos poderia salvar.


Duas formas virtualmente iguais de ver o estado a que chegamos nesta nação milenar e com as quais estou plenamente de acordo, mas não esquecer que foi com uma boa oratória acertando nos pontos fracos e errados da República de Weimar que Hitler ganhou a força que ganhou e por coincidência ou talvez não, a Alemanha daqueles tempos estava afundada numa crise que era um lodaçal de dívidas e os partidos liberais e do centro (tanto centro- direita como centro-esquerda) não sabiam o que fazer ou eram incompetentes puros e como não havia uma base de apoio trotskista como existe hoje em Portugal com o Bloco de Esquerda, o Partido Nazi na Alemanha subiu qual foguete espacial nas várias eleições que aconteceram na pauperada Alemanha do pós-primeira guerra mundial e conseguiu a custa de muito sangue transformar de forma irrversível a Alemanha num dos pulmões da economia mundial.


Não foi para o povo passar fome e haverem cortes infames que se fez o 25 de Abril, se fez para que todos tenham pão, escola e casa; mas passados 37 anos da revolução milhares de pessoas hoje em dia têm que pagar literalmente para viver, outras vivem ou sobrevivem graças a caridade de privados como um caso de uma criança no Algarve que nasceu com um doença rara e cruel e foram dois britânicos a morar no Algarve que pedalaram por toda a Europa e conseguiram apurar boa parte do dinheiro para a operação do miúdo e ninguém do presente Estado ajudou, uma miúda que nem dez anos tem teve que pedir tampas de garrafas para ter uma prótese biónica para ter uma vida normal entre outros casos.


Com o Estado que não sabe fazer contas, que cada vez mija da sua maneira, que apenas quer ver os mesmos de sempre a pagar as crises e que por outro lado há políticos com dois e três empregos sem qualquer problema, mas se um reformado do Estado ou até mesmo da privada faz um biscate para ter algum no bolso para comer fica logo sem a reforma caso caia na estupidez de declarar os proventos deste biscate e ao mesmo tempo há dezenas de ociosos que estão enconstados a um rendimento mínimo que custa milhões a todos nós e não são capazes de por esta gente a trabalhar e quando calha eu passar por algum supermercado vejo que as pessoas são poucas para a clientela que entra em certas horas de pico.


Cada vez mais penso que a crise se existir, é no bolso dos senhores da banca e nos amigos do partido cuja salvação do BPN foi  e é a âncora que nos está a fazer afundar neste lodaçal de dívidas que não são nossas e que acabam por sempre os mesmos a pagar e cada vez mais esta titude vai puxar eleitores e apoiantes para os partidos extremistas e depois não se admirem que Louçã apele para uma greve da banca no dia 24 e que o líder do PNR diga que se tem que defender a soberania nacional e não nos podemos esquecer que a Eisen-Kanzlerin quer penhorar a soberania dos piores devedores, entre os quais está Portugal, trocando por miúdos, se não queremos ser província da Espanha, que até no ponto fiscal seria muitíssimo vantajoso, nos vamos tornar num Länder autónomo da Alemanha como menos autonomia do que a Bavieira.


Já chega de ouvir isto, está claro que é preciso uma nova revolução antes que aqui em Portugal voltemos a ter que aguentar com uma ditadura e se o problema do país ou parte do problema se chama república então perfiro mil vezes abdicar da república do que das liberdades e dos direitos conquistados após o 25 de Abril e que os sucessivos governos da dupla Morango Com Laranja tem feito o favor de roubar.


E ficam as minhas perguntinhas de sempre: Aonde vamos parar ? Será precisa uma nova revolução em Portugal ? Foi para isso que se fez o 25 de Abril ? O que fizeram do 25 de Abril ? Portugal ainda é um país soberano ? Andam a querer a nossa soberania para quê ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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