Coelho Com Caçador XV (A Bisbolhetice do Eixo Paris-Berlim ou o Ramalho faz muita falta)

Os dois cabeças deste eixo que é uma espécie de guerra franco-prussiana invertida lançaram a triste e evitável ideia para que nas leis fundamentais dos países em especial dos membros da eurolândia um artigo em que no qual se impunha um tecto máximo no déficit, muito semelhante ao que existe nos Estados Unidos embora este tecto seja fixado a nível político federal nunca precisando nenhuma emenda na constiuição.


Acontece que o presidente da república acha estranha esta intormissão enconomicista na Lei Fundamental pelo simples facto de o déficit português como qualquer déficit ou superávit de uma qualquer nação de qualquer dimensão ser uma invariável impresível nunca passível de ser escrita na constiuição e já começaram a surgir as primeiras frestas na colgação do governo com críticas por parte de deputados com estatuto dentro dos dois grupos parlamentares da coligação de governo contra esta ideia no mínimo estranha, para não a chamar de louca, insana, distópica, saída da cabeça de alguém que é o Big Brother no livro e filme 1984 ou as chefias em "O 5º Elemento" ou "Blade Runner".


Em tempos de Eanes presidente mesmo de todos os portugueses e respeitador ultra-ortodxo da constituição de 1976, tal ideia seria o quanto bastasse para que o primeiro ministro se fosse explicar a Belém o que pretendia fazer com tal lei que pode-se afirmar a cabeça ser atentória contra a Cosntituição e tal brncadeira em tempo de Eanes poderia custar o governo a Passos Coelho, mas Cavaco Silva apenas "estranha" não convocando sequer a imprensa para dar a conhecer ao país e ao mundo  a sua preocupaçãoem relação a esta ideia parva do governo.


Na minha opinião sincera o presidente da república está a ser manso demais com Passo Coelho e este deveria de ser chamado a atenção para não tentar nehuma gracinha que viole a constuição de forma violenta e dado o facto das forças militares e da ordem estarem em ponto de ruptura, seria mais aceitável que Passos Coelho tomasse uma medida algo salazarista em termos macro-económicos mas duma simplicidade atroz que é  velha regra que dz assim: "Gerir um país é como gerir uma casa, embora maior e com mais responsabilidade, não deixa contudo de ser uma grande casa", trocando por múdos nunca se deve gastar mais do que o país  é capaz de produzir e por outro lado se deve apostar tudo na produção nacional indiferentmente de serem criados monopólios ou não, mas seria quase como uma fórmula mágica para sairmos da crise sem lixar muito os mais fracos mas como os presentes políticos da república adoram ser comprados e complicar a vida ao habitante comum da Lusa Pátria nada disto vai acontecer e depois se queixem que há saudades do Salazar.


E ficam as minhas perguntas de sempre: Porque Passos Coelho não fo chamado a Belém ? Será que este governo vai completar o mandato todo ? Será que isto não seria o suficiente para o governo cair ? Será que ainda existe Portugal soberano ? Aonde vamos parar com governantes assim ? Será que em termos económcos não estávamos melhor nos tempos de Salazar ? Afinal para que nos serve a república e o seu presidente ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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