Coelho com Caçador VII (Os Mesmos de Sempre a Pagar ou Salazar é um Santo)
Está mais do que visto que Portugal é uma distopia monetária onde as coisas são duas a três vezes mais caras do que em países o nível de vida e os salários são muito melhores e como não bastassem os buracos abertos ao longo do tempo nas contas públicas que são piores do que todos os dentes cariados existentes em toda a África Negra, veio agora o Sr. Coelho com Cachupa com uma ideia perigrina dos tempos do Führer Sócrates de fundir instituto públicos, mas enquanto nos tempos de Sócrates os funcionários públicos seriam divididos por outros departamentos e/ou reformados antecipadamente sendo os despedimentos um caso extremo; Passos Coelho coloca os despedimentos em primeiro lugar, em muitos departamentos públcos estão funcionários com 20, 30 ou mesmo 40 anos de serviço devido a lei das aposentações e a sua média de idades é acima dos 40 anos de idade sabendo-se que esta faixa etária é nova para a reforma e velha para o mercado de trabalho.
Portanto a sua medida de retruturação da função pública vai lixar os mesmos de sempre, os que ganham entre cerca de 600 euros até aqueles que ganham 1500 euros; ou seja, a função pública que dá ao litro as vezes mais do que este estado devia e gostava de saber nos casos em que os funcionários têm mais de 30 anos de desconto para a Caixa Geral de Aposentações, cujas as idades superam os 50 anos vão conseguir emprego se forem despedidos ?
Cada dia que passa está mais do que provado se comparamos o Estado Novo a esta distopia onde nos encontramos, Salazar era um democrata e a maioria silenciosa que foi silenciada pela esquerdalha em 11 de Março de 1975 continua silenciada e sem voz, continuando a sofrer as humilhações pela canalha republicana, a grande maioria silenciada pelos ratos de Moscovo que afinal ajudaram a transformar Portugal numa distopia digna dos livros de Aldous Huxley ou George Orwell e quem pensava que Passos Coelho seria a solução ficou com uma grande desilusão mas não nos podemos esquecer da pose salazarenta quando Passos Coelho cantou o hino nacional depois de se saber que tinha ganho as eleições.
Está mesmo visto que estas últimas legislativas foi a mesma cosa que trocar seis por meia-dúzia, mas uma meia dúzia muito podre e quem se vai lixar são sempre os mesmos enquanto as nomeações por cunha, ou aquilo que se entende por nepotismo continua mostrando que não existe nehuma democracia em Portugal, mas sim a plutocracia da nobreza da toga e da nota de 500 euros que apenas matou o 25 de Abril, transformando Portugal não numa democracia plena, mas sim numa distopia movida a dinheiro e interesses muitos deles ocultos.
E ficam as perguntas de sempre: Que destino leva Portugal ? Porque são sempre os funcionários públicos a pagar a crise e a classe política se vai enchendo ? Aonde para a democracia ? Será que uma nota de 500 euros no bolso por dia tem mais valor do que a vida humana em Portugal ? É isto a república ? O que é feito da liberdade ? Para que nos serve a república e o seu presidente ? Já não está na hora de uma nova revolução
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
Comentários
Enviar um comentário