Amy Winehouse: A Morte Procurada, ou, a Má Cabeça de Alguém Adorado por Milhões

Como fan incondicional da música das Terras de Sua Majestade, não posso deixar em claro a morte de Amy Winehouse aos 27 anos que se junta a uma lista enorme de cantores e instrumentistas de grupos de nomeada que faleceram por má cabeça sejam eles drogas ou álcool como o caso da Amy Winehouse e aí podemos recuar até aos anos 70 e falar de Janis Joplin, Jimi Hendrix ou Brian Jones (guitarrista fundador dos Rolling Stones) Syd Barrett (guitarrsita dos Pnk Floyd) para não acrescentar aquela legião de grupos e artistas solos dos tempos new wave/Punk dos quais restam apenas David Bowie e os Blondie e até mesmo os míticos Queen tiveram problemas com drogas em especial Freddie no entanto Mary Austin ainda chegou a tempo de evitar o desastre da morte com drogas, embora a peste dos dois séculos tenha levado Freddie Mercury igualmente por má cabeça do mesmo ao ter comportamentos promíscuos ou hediondos em termos de vícios e a lista é bem longa.


E como fan de música pensei que o último grande caso com morte envolvendo  drogas o caso de Jim Morrisson (The Doors) e como outros casos mesmo em Portugal que não acabaram em tragédia embora nesta lista de más cabeças possamos colocar os Xutos & Pontapés marcados pelo o uso de drogas dos seus membros em especial no início da carreira e António Variações talvez pela ignorância na altura existente sobre o vírus HIV/SIDA/AIDS tenha morrido de broncopneumonia devido a peste dos dois séculos e na lsta de más cabeças não podem faltar dois suícidas sobretudo devido a problemas de depressão crónica: Kurt Cobainm, vocalista dos Nirvana e Michael Hutchence, voclaista dos INXS.


Infelizmente a morte de Winehouse era quase um facto esperado qual um doente canceroso em estado terminal que conta os dias para o seu descanso eterno porque já esteve em várias desentoxicações de que pouco serviram porque pouco tempo depois tinha sempre recaídas, sei que no meu tempo de infância quando ouvi 90% dos meus ídolos a overdose era algo ao virar da esquina talvez pela atracção do vício ou porque simplesmente achavam escape no vício qualquer que fosse do stress da fama e da pressão dos fans ou talvez para exprimentarem algo de perverso que possa comprar com o dinheiro ganho.


Muitas são as possíveis causas, mas a consequência é apenas uma, a morte prematura, e depois fica aquele espírito "James Dean" que alguém foi-se cedo demais seja qual seja a causa e deixa saudade e pena porque boa parte das vezes morre na flor da vida e um bom exemplo deste espírito é a música dos Queen: No One But You (only the good die young) que tem servido de tributo a quase todos que morrem jovens, desde Freddie Mercury ao grande Ayrton Senna ou a princesa Diana; apesar dos defeito que a música ou a própria Winehouse tenha tido na sua éfemera vida, esta música composta por Brian May e dedicada ao Imperador Freddie serve igualmente para lembrar Winehouse, que tal como Freddie Mercury, morreu cedo demais e que os seus erros que lhe custaram demasiadamente caros sirvam de exemplo para as gerações presentes, passadas e vindouras.


E embora os Queen raramente façam dos gostos dos fans de Amy Winehouse, esta música gravada para o album Queen Rocks assenta que nem uma luva em situações em que um ser humano se foi cedo demais, bem quando vemos alguém que gostamos a morrer antes de nós todos dizemos sempre, "morreu cedo demais" e espero não falar mais em morte prematura neste blog, porque até eu não sei o meu dia de amanhã, não deixo perguntas, apenas o pedido de sempre que se divulgue, que se leia e que se comente este artigo.


Obrigado

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