O Estado em Que Chegamos
Temos um (des)governo com um coelho a caçador armado em cavalo de corrida e em mais papista que o papa com as suas medidas de asuteridade que é mesmo um convite para que se repitam as emigrações em massa dos anos 70 e 80 do século passado e para jaudar a esta festa mais uma negociata descoberta numa câmara municipal mais precisamente dum elemento ou que é ou já foi do PS de seu nome Narciso Miranda.
O que começo a ver é que Portugal se está cada vez mais a transformar-se noutra Grécia a passos largos seja a culpa ou do Coelho com Caçador ou do Primeiro Engenheiro e aqui as culpas se podem dividir entre os dois, um porque deixou as contas do país nos limites da bancarrota e o outro que pensa que Roma e Pavia se fizeram num dia e pensa que vem como o ilumidado cidadão de Santa Comba Dão sanear as contas do Estado, mas acontece que quando apareceu o Sr. que deu o nome a ponte sobre Tejo que parte de Alcântra tínhamos as províncias ultramarinas e outras fontes de financiamento que não nos enterrava no lodaçal e não vai ser cortar como pensa Passos Coelho que vai resolver o problema do país e ele ao formar o governo deu um exemplo ao reduzir o número de ministros, todavia, foi uma vitória de Pirro porque o parlamento continuou com os mesmos 230 deputados, tal facto é uma aberração se formos comparar o número de deputados de quase todos países o rácio de deputados em número de habitantes é de 0,001% mas em Portugal e até mesmo na Grécia esta média é ultrapassada porque em Portugal este rácio é dobro da média europeia ( 0,002%) e na Grécia passam a 0,003 % e há países reconhecidamente mais democráticos que a Grécia ou Portugal que têm ou um rácio igual ao britânico senão mesmo inferior, mas acontece que aquilo que poupam na classe política é canalizado para o Estado Social (sem haver enconstados) e para o saneamento das dívidas públicas; conclusão concluída, temos pessoas à mais na política, ganhando cerca 5 a 6 vezes um quadro médio da função pública por mês tirando os extras que ainda aumentam mais esta diferença.
E se chegamos ao estado que chegamo, a tropa tem o dever porque está na hora de vir para a rua e acabar o trabalho deixado a meio naquela distante primavera de 1974 e correr com estes vigaristas da república daqui para fora porque eles não fazem falta nenhuma, fazem a mesma falta do que uma viola num enterro e já chega de república a cheirar mal de podre que está, que venha a monarquia recuperar a soberania e os orgulhos nacionais porque Portugal não é apenas futebol, mas sim um país com quase 1000 anos de história que está a ser destruído por um regime terrorista há quase 101 anos.
E ficam as minhas perguntas: Aonde esta pátria milenar vai parar ? Será precisa uma nova revolução ? O que é feita da coragem das Forças Armadas ? Que merda temos como governo ? Quem é culpado desta porra toda pela qual vamos pagar ? Será preciso pegar fogo ao parlamento para que a verdadeira democracia volte ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
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