Lisboa - Cairo, Ou a Solução da Moção ou a Solução do Problema Português

Esta luta de galos à pala da moção de censura onde uns jornais dizem uma versão e outros dizem outra coisa, uns puxam que esta vai ser chumbada outros apontam para um perfeito vazio e nesta volta nem se sabe para onde se vai ou para onde se anda no sub-mundo da política que comanda o país real ou pelos menos assim parece embora aconteçam casos que nem lembram ao diabo.


Já se sabe que mesmo passados dias já se vai saber qual o destino dos votos e tanto pode dar que o Führer Sócrates caia bem como ele fica e com tamanha contradição mais vale Lisboa se transformar num novo Cairo porque se os egípcios conseguiram se livrar do emplastro, também nós o vamos conseguir, basta apenas querer que ele saia e não podemos contar com os deputados da república porque eles não passam dumas peixeiras, dumas verdadeiras putas que também são chulos que apenas passam a vida a se provocarem uns aos outros e que nada fazem de concreto quando têm tudo na mão para serem úteis a sociedade ao menos uma vez na vida, mas para eles ser-se útil é pagar-se impostos para lhes sustentar os brutais salários para que muitos passem a vida na provocação mútua quando não estão a dormir, para depois nas costas nos estarem a foder a nossa vidinha com grandes negócios.


Se a dita moção de censura for chumbada, mais vale partir para um caso Cairo parte dois, mas não contra um partido ou um governo, mas sim contra a república no seu todo porque o regime republicano em Portugal no seu todo já está podre e senil e nada mais o segura a não ser uns quantos intressados neste estado de coisas e os mesmos cobardes que aguentaram a ditadura do Estado Novo durante quase 50 anos sem mijar nem cagar e a mudança necessária teve que ser feita a força e pelo visto tem que ir pela mesma de 1974 e como foi no Egipto.


Mas mesmo mesmo assim, duvido que isto aconteça porque os portugueses em termos políticos são cronicamente cobardes e não são capazes de virem para a rua bater o pé por aquilo que é seu e depois cada um puxa a brasa a sua sardinha, quando o principal inimgo é apenas um  e não ligam a este inimigo comum e apenas acham inimigo dentro da própria causa dando força ao inimigo e tal cenário é uma tristeza tamanha desunião quando o maior fascista dos últimos vai ficando colado ao poder sem ninguém correr com a sua excelência que se não for corrido nem pela moção de censura ou por invasões das ruas, talvez tenha que cair duma cadeira como foi o outro de Santa Comba Dão.


E ficam as perguntas de sempre: Como vai ser este jogo ? Como vamos ficar ? Vai ser preciso vir para rua pedir aquilo que os Egípcios conseguiram ?  Será que podemos contar com a tropa para alguma coisa ? Porque as coisas têm que ser a força ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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