Se Deixam Enganar por Qualquer Palhaço de Fato e Que Fala Estrangeiro

Hoje começou o julgamento de uma das maiores golpadas dadas em território naconal por cidadãos estrangeiros depois dos astrólogos africanos e do senhor Thierry Roussel (senhor o qual ficou famoso por ser genro de Onassis e ter sacado uns bons milhões ao governo de Cavaco Silva e ter falido misteriosamente) e esta negociata em vez de envolver fruta como no caso do genro de Onassis envolvia a construção de aviões de comabate aos incêndios.


E até aí se pensava que era mais uma golpada ao estilo Roussel quando se vê que a Caixa Geral de Depósitos o Millenum e uma câmara municipal ficaram sem dinheiro e sem terreneos para cederem para os possíveis negócios de dois cidadãos belgas que um deles se intitulou como Príncipe da Transilvânia e outro como cavaleiro belga cujo título foi dado pelo falecido rei Balduíno, mas me pus pensar que na Transilvânia ninguém falava francês porque na mui famosa terra dos vampiros que fica na Roménia com sorte podem falar romemeno e com muita sorte húngaro ou muito raramente alemão dado que este território foi húngaro com influências turcas e fez parte do império Austro-Húngaro e o mesmo dexou de existir como entidade independente em 1711.


Está mesmo visto que os palhaços que gerem os bancos quando vêem um cidadão nacional a pedir um empréstimo ou a querer uma poupança especial, colocam toda a espécie de obstáculos, mas assim que olham para um monte de merda estrangeiro com fato completo acreditam em toda babaoseira que diz, lhe tratando das respectivas hemorróidas com a língua sem saber o que este cidadão está a dizer ou não verdade, mas esta subservência para o estrangeiro não é só na banca e este julgamento é apenas um ponto extremo onde esta subservência pode chegar; porque nos cafés em qualquer cidade do nosso país onde entre um estrangeiro mesmo que este esteja atrás dum português é sempre atendido em primeiro lugar podendo um português esperar mais de meia hora para ser atendido.


Até eu me valendo dos meus talentos em línguas quis tirar bilhetes tanto nas máquinas dos comboios como do metro de venda automática de bilhetes e os portugueses que em teoria tinham mais pressa do que eu para tirar o bilhete, me deixavam passar a frente pensando que eu era estrangeiro se mostrando como o tuga para qualquer merda que venha de fora lhe lambe o cu, lhe tratando das hemorróidas com a língua transformando a tradicional hospitalidade portuguesa numa subservência abjecta que nem os indianos ofereciam aos ingleses no tempo em que os reis do Reino Unido eram imperadores da Índia.


E ficam as minhas perguntas de sempre: Que pa´s é Portugal ? Afinal Portugal é de quem ? Dos Portugueses ou dos Turistas ? Que Porra está a ficar Portugal ? Porque não se respeitam os nacionais como se respeitam os estrangeiros ? Afinal para que serviu o 25 de Abril ? Existem valores nacionais ? É isto que a república quer de Portugal ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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