A Ficção Se Torna de Novo Realidade
Aqui neste recanto, vos falei dum médico que seguiu o mesmo processo que o insano Dr. House usou no epsódio Autópsia (Autopsy) que é o segundo da segunda temporada onde literalmente coloca o corpo de um doente a zeros, para o seu coração com hipotermia extrema, ou seja, congelam o doente para realizar operações para lá de complicadas.
E um grupo de médicos dos EUA está a seguir a mesma ideia do médico mais doido que passou pela televisão nacional que eu tenha memória, embora os médicos norte-americanos da universidade de Yale chegam ir mais longe que o ficcional Dr. House, porque enquanto o insano médico da TV reduz a temperatura da sua paciente para 22 graus centígrados, a equipa de Yale reduz para 18 e este pequeno gelado mlagre reduz o uso de anestesias e máquinas bem como o risco de danos celulares.
Eu já falei aqui neste blog um caso semelhante, mas em quase 7 anos de trabalho não me lembro da data e da tag na qual está o artigo onde escrevi sobre este mesmo assunto, mas é sempre bom escrever sobre estes milgares porque é sinal que a humanidade está a evoluir um pouco neste mundo cão que parece cada vez estar pior graças a esta mesma humanidade.
Espero que esta prática tenha um uso o mais abrangente possível para que a maior parte das pessoas tenha o direito a ter uma operação cirúgica decente sem ter que ir para a privada e que estes pequentos grandes milgares não fiquem reservados apenas para alguns que têm sempre a sorte de chegar aos melhores cuidados médicos, o que pessoalmente acho pornograficamente injusto.
E a melhor explicação sobre este método vem do médico John Elefteriades: "O corpo está essencialmente em real estado de vida suspensa, sem pulso e sem sinais de actividade cerebral"; trocando por miúdos é como se fizesse um reset ou uma formatação num computador ou num mp3 quando começam a bater mal, tal como no epsódio da série Dr. House e ainda dizem que a série do insano médico fica distante da realidade, bem cada vez a distância entre realidade e ficção está mais curta.
Mesmo assim fico com perguntas: Haverá médicos capazes em Portugal de executar tal procedimento ? Será que terá sequelas ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
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