Franz e os Salteadores dos 50 Biliões
Nos tempos de Guterres a União Europeia meteu aqui em Portugal 50 biliões de euros em fundos estruturais desde do ano 2000 que ninguém sabe onde foram aplicados e é se foram aplicados e devido a essa dúvida extrema, a União Europeia mandou peritos em finanças públicas para Portugal para saber do destino deste jackpot que era para ser aplicado, esta verba era para ser aplicado em 4 pontos fundamentais do desenvolvimento mas ninguém viu resultados nenhuns e a União Europeia quer saber o que foi feito do dinheiro entregue ao estado para formação e desenvolvimento.
A primeira denúncia chegou, segundo o jornal O Diabo, ao Gabinete de Luta Anti-Fraude da União Europeia a 23 de Outubro de 2008; documentos aos quais teve acesso o jornal diabólico, mostram que Stefan Zickgraf, director da Confederação Europeia das Associações de Pequenas e Médias Empresas, assina uma carta toxicamente reveladora de denúncias sobre a incapacidade de se saber onde para o dinheiro que Portugal recebeu durante o Terceiro Quadro de Apoio negociado por Guterres e pelos seus camaradas socialistas e que começou a ser aplicado em 2000.
A denúncia da confederação europeia demorou apenas seis breves dias, logo depois daquela confederação ter recebido um relatório alarmante da associação PME de Portugal, onde são revelados dados sobre a aplicação dos fundos, ou melhor, não aplicação.
A Comissão Europeia está agora a esmiuçar os 18 programas operacionais que foram criados desde 2000 e aplicados até 2006 e que segundo estes programas era para colocar a economia e os trabalhadores ao nível europeu médio (ou seja no mínimo tão bom como os espanhóis, porque se chegar ao nível da Alemanha ou da Escandinávia, só quando em Lisboa se fazer ski ou quando um português ganhar uma medalha de ouro nos jogos de inverno), mas acontece que estes mesmos programas falharam descaradamente e não tiveram controlo nenhum e simplesmente desapareceram 50 biliões de euros (dava para comprar todos os prédios de Lisboa e Porto e ainda sobrava dinheiro) que entraram na ditosa pátria lusa e foram distribuídos da seguinte forma: 14 biliões para a qualificação e emprego, 16 biliões para alterar o perfil produtivo do país, 5 biliões para afirmar o valor do território e da posição geo-económica e 15 biliões para o desenvolvimento sustentado das regiões mais pobres.
Mas já lá vão quase 10 anos nada feito, nada aconteceu e até que a pátria do fado recuou para um ponto que só acha semelhante nos a tenebrosos anos do soarismo e a instituição liderada por Cherne Durão Barroso desconfia que este mesmo dinheiro foi parar a mãos ilícitas; entrementes o Tribunal de Contas está de atalaia e a prova é uma auditoria de quem superintende as contas públicas que as entidades que estavam encarregadas de controlar estes fundos não faziam um gasto discriminado desse fundos misturando tudo e não se sabendo quem recebeu e o que recebeu e essa bendita auditoria já trouxe a Lusitânia um especialista em fraudes e aplicações de fundos.
E a desconfiança está a crescer e com força e vos digo isto porque Augusto Morais, presidente da ANPME – Associação Nacional das PME recebeu há semanas a visita da inspectora delegada Anca Dumitrescu, enviada pela Comissão Europeia para investigar os fundos do EIP – Entreprepreneurship and Innovation Programme, IEE – Intelligent Energy for Europe, e Information and Comunication Technologies – programas financiados pela União Europeia. Esta é a primeira vez que um organismo da União Europeia decide investigar junto de entidades privadas passando por cima dos organismos de controlo estatais.
A Sra. Dumitescu é uma antiga auditora do Banco Mundial, por isso percebe da poda e foi chamada a investigar esta roubalheira, melhor, saber onde param estes milhões supostamente distribuídos por 90 % do tecido empresarial nacional, tal visita deixou Augusto Morais surpreendido e este considera haver “uma suspeita fundada de sérias irregularidades e que o Tribunal de Contas deve investigar com urgência, para não sermos apanhados pela Comissão Europeia em processos com apontamentos muito maiores do que o Face Oculta, onde não ficaremos muito bem. Aliás já somos conhecidos por sermos o parceiro europeu mais corrupto da U.E. a 27” disse a O Diabo o coordenador da ANPME.
E Augusto Morais não fica por aqui e adianta ao jornal fundado por Vera Lagoa que o está em cima da mesa é a falta de capacidade do Estado saber para onde e onde para o dinheiro, Augusto Morais acredita que os ministérios das finanças e da economia decidem entregar o dinheiro para acções de formação com as melhores das intenções mas depois de entregue ninguém sabe com quem fica e com o que fica.
A ANPME é clara como a água e aponta o dedo aos parceiros sociais, ou seja, governo, sindicatos e confederações patronais porque são aqueles que ficam com a parte de leão e os ministros desde Elisa Ferreira a Manuel Pinho tiveram muito dinheiro na mão mas ninguém sabe onde para este dinheiro porque não há resultados nenhuns.
Entretanto com tanto dinheiro desviado, o anafadinho Rangel, líder da bancada do PSD em Estrasburgo lançou suspeitas sobre a aplicação dos fundos da União Europeia e estranha o silencio de Vieira da Silva, ministro da economia, e ainda acusa este de passar o tempo a comentar casos de justiça em vez de saber o que se passa no seu ministério.
O certo é que Portugal tem que devolver 270 mil euros depois de em 2002 uma empresária dos Açores se ter queixado a Comissão Europeia sobre o sistema regional de incentivos onde o dinheiro era distribuído em circuito fechado e para ajudar a festa o Tribunal de Contas Europeu aponta várias irregularidades ao Estado português, portanto alguém anda ficar com dinheiro e não dá contas do dinheiro que a União Europeia injecta em Portugal.
Eu não recebi nenhum e sei que alguém do mundo da rosa e da laranja andou a sacar algum para o seu bolso e depois do caso Face Oculta acredito que aqui se rouba a toda força e aos olhos de todos mas estes ladrões de casaca e da política da vaca da república nunca são apanhados enquanto quem rouba para comer acaba sempre preso nesta falsa democracia que existe em Portugal onde só alguns animais são mais iguais que outros.
E ficam as minhas perguntas: Aonde para este dinheiro ? Quem o roubou ? Será que temos o Face Oculta II ? Será que nós vamos ter que pagar isto ? Porque todos se calam que nem mulas ? Foi para isso que se fez o 25 de Abril ? Será preciso uma nova revolução ? Afinal que porra é esta ? Já não é tempo da república acabar ?
Se dependesse de mim, a república já tinha acabado há muito tempo.
ResponderEliminarOs países verdadeiramente evoluídos têm monarquias e há respeitinho entre cidadãos e governantes e vice-versa. À mínima suspeita, são os próprios a afastarem-se voluntáriamente dos cargos. Por cá é ver quem rouba mais, porque quem mais tem, é Doutor, nesta terra de ninguém.
República? Nunca mais.
Monarquia constitucional, pode ser uma boa solução.
Viva Portugal.
esta republica caro zorro, já cheira a podre que nem se pode e casos como Face Oculta, Casa Pia e outros mostram a podridão da república, também penso assim antes uma monarquia consttuicional do que umq república desonesta
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