Quatro anos já passaram
Esta entrada ou artigo não vai ser nem político nem satírico mas sim um tributo a um dos maiores homens que a humanidade conheceu nos mais recentes séculos da era de Cristo, um homem que foi um grande diplomata e um nacionalista e patriota que é um exemplo para o presente tempo do mundo porque esse grande homem foi um filho que nunca esqueceu a sua Mãe-Pátria, uma das pátrias mártires da ganância dos tubarões da Europa que foi a Polónia.
Sim vos estou a falar do Grande João Paulo II que deixa saudades a muitos e quando na semana em que completei 3 décadas de vida e o vi partir quando eu ia para fazer 26 anos e foi um dos dias mais tristes da minha vida, e muita falta ele faz ao mundo para que haja uma voz de luz para que o mundo volte a ter paz ou tenha uma paz precária que fosse, mas o mundo está cego de ganância.
Ganância por recantos de terra, ganância em impor uma religião ou a interpretação meio dúbia de livros sagrados a milhares de pessoas ou quando os direitos humanos são roubados em todos o mundo seja esse atrasado ou desenvolvido.
Tenho o DVD que conta de forma resumida a vida deste homem que veio duma terra distante e com um sopro de paz acabou com muitas divisões na Europa e no mundo e cuja vida é um exemplo para todos nós seres humanos, e já perdi o conto as vezes que vi este DVD e por mais que veja com o objectivo de matar saudades de um grande homem, mais saudades sinto e quando oiço pela rádio tragédias de toda a espécie, guerras ou ameaços de guerras quando o ar que respiramos está conspurcado graças a um líquido que os árabes chamam o excremento do diabo e que é também conhecido por petróleo e para não falar ainda nos ainda presentes embora parcos resíduos dos testes nucleares da guerra fria, das detonações nucleares da segunda guerra ou dos acidentes em centrais nucleares como foi o acidente de Chernobyl.
Bolas mundo para e pensa um pouco e toma como exemplo homens do calibre de João Paulo II que aceitava todos os credos e por outro lado há países onde se impõem regras de pensamento e de credo quando muitas vezes o deus em que se crê é o mesmo e o que muda é a forma de o ver.
Custa-me a entender que para se sentir a morte nem é preciso se fazer a guerra, basta olharmos para a nossa família quando perdemos um ente querido ou quando se vê ou se sabe da morte de algum estadista ou de alguém com uma mente tão luminosa como o sol e que nos pesa tanto na alma como fosse a morte dum familiar ou como me aconteceu dia 30/09/05 quando vi a luta pela vida duma forma cura e directa sem efeitos de imagem ou quaisquer truques de imagem.
Sei que estas minhas palavras apenas serão lidas por pessoas que sabem falar português mas mais vale poucos do que nenhuns a lerem embora os grandes do mundo de certeza não as lerão porque estão na sua grande maioria preocupados em aumentar o seu poder e a sua influência do que em parar e pensar como podem ser grandes pelo menos uma vez na vida, bem o tempo voa e as vezes duma maneira que nem damos por isso e em vez dos pedidos e perguntas de sempre deixo um agradecimento ao grande homem, ao papa da minha geração que em 26 anos de pontificado fez mais que muitos políticos e foi conhecido, bem pelo menos no caso da minha família, por 4 gerações e sempre foi admirado.
Deixou uma pesada herança e um modelo de comportamento da Santa Sé em termos diplomáticos e que o seu sucessor talvez pela sua vestuta idade não tenha a mesma genica como esse grande polaco teve praticamente até ao fim dos seus dias.
Bem ele sabia falar português e muito bem até e por isso deixo o agradecimento na minha língua materna sem acordos ortográficos e como dever ser escrito:
MUITO OBRIGADO GRANDE PAPA PELO QUE FIZESTE PELA HUMANIDADE
MUITO OBRIGADO LOLEK
Sempre Lembrado nunca esquecido
João Paulo II (Karol Vojtyla) Nasceu em Wadovice, Polónia em 18 de Maio de 1920 – Morreu na Cidade do Vaticano em 2 de Abril de 2005
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