Não Mudem Os Bilhetes De Identidade E Depois Se Queixem
Se existe no mundo documento fácil de se falsificar é ele o bilhete de identidade português que ainda tem ressalvas de segurança que só seriam úteis nos anos 60, 70 e parte dos 80 se formos a mencionar o crónico atraso tecnológico que infesta Portugal de tempos imemorais.
E essas ressalvas ainda mais básicas do que nos BI's da primeira república e parte do Estado Novo onde eram pequenos livros que traziam todas as informações pessoais e mais algumas fora não sei quantas assinaturas e carimbos que tornava o doumento muito mais seguro que presentemente é; e com as mudanças do pequeno livro para o formato actual, embora nem se sonhasse com com avanços tecnológicos que se obtiveram na manipualção de imagem e artes gráficas que à data da criação dos presentes bilhetes de identidade não passavam de tecnologia dos livros de Asimov ou Arthur C. Clark dando aos criadores dos presentes bilhetes de identidade uma almofada de penas para se enconstarem.
Mas com o passar do tempo sugrgiu o uso do laser pelo comun dos mortais desde corte de tecidos e metais até fotocópias e os CD E DVD que são o presente e grande suporte do multimédia actual, e graças as esses dorminhocos cada vez aparecem mais casos de redes de falsificação de documentos portugueses em especial de bilhetes de identidade como a rede que foi ontem apanhada em Espanha constituida por 5 brasileiros que vendiam as falsificações com preços que iam dos 600 aos 1000 euros por cada documento; essa quadirlha não se deidicava a falsificar os documentos do lado de cá da ibéria bem como falsificava documentos italianos, tais documentos permtiam que tudo que fosse imgração sul-americana trabalhasse ou fizesse outra coisa qualquer no espaço Shengen.
Essa mafia era constituida pelos brasileiros: Marcos Roberto D.R., 31 anos; William R.S., 27 anos; Francisco C. N., 33 anos; Marcelo R.C., 31 anos; Edson S.L., 32 anos e essa quadirlha já é a segunda do mesmo tipo detida pelas autoridades espanholas enquanto os documentos por eles emitidos continuam a circular em Portugal com todo a vontade e muitas perguntas se levantam e uma delas é como esses mesmos sebhores conseguiram os documentos em branco, selos brancos, plásticos especiais e outras ressalvas anti-cópia que se pensavam exclusivas dos serviços de identificação civil, mas pelos vistos qualquer filho da mãe os consegue, bastando molhar as mãos das pessoas certas.
O estranho além da obetenção dessas ressalvas é o tempo que se está a demorar aqra que se faça o cartão único ou cartão do cidadão e como não se faz uma verificação de autencidade dos documentos de identificação em circulação pelo território nacional porque deve haver muitos falsificados e daí talvez venha uma explicação de como entram em Portugal imigrantes do leste da Europa para a mendicidade ou como explica aquele enorme ajuntamento de africanos junto ao palácio da Idenpendencia que passam ali todo o santo dia sem mexerem uma palha e fazendo por baixo da roupa câmbio clandestino com a permissão das autoridades.
E ficam as perguntas da ordem: Como essas quadirlhas conseguem os documentos em branco ? Como essas quadrilhas conseguem os selos brancos oficiais ? Como essas quadirlhas conseguem as ressalvas de segurança ? Quem é subornado dentro dos serviços de identificação para vender esses mesmos artigos ? Para quando um BI mais seguro ? Será que estão a espera dum 9/11 em Portugal ? Será que estamos seguros ? Para quando o cartão único ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
Comentários
Enviar um comentário