PIDE Trapalhona

De novo o caso Cahrrua volta a esse recanto blogsférico devido as trapalhadas arranjadas pela delegação da para-ditadura socialista no norte de Portugal, ou seja, a DREN que conseguiu algo impossível até nos tempos das trevas fascistas e que parece ter saido de algum livro de Franz Kafka que é a existência de duas versões de algo que nunca houve.


Devem estar a pensar que estou com os copos e que tomei algo que não devia, mas descaem que nem me meti no ácido e muito menos bebi algo de mais forte que uma simples caneca de café, mas sim é a dura e aberrante realidade criada pela besta de capacete com uma lata de laca em cada lado que é a directora da DREN.


A história que não existe mas que existe é que o dito professor Charrua e ex-deputado do PSD ofendeu e com força o aluno liceal Führer Sócrates, mas afinal nada mais foi do que uma piada a falsa licenciatura do aluno liceal Führer Sócrates e as mentes brilhantemente perversas inventaram uma versão da flasa ofensa para suspenderem preventivamente o professor e depois ainda conseguiram invetar outra para entregar em tribunal, mas acontece que tudo se deve ao dito professor Charrua ter sido deputado do PSD e porque disse uma paida sobre um facto conhecido e ao mesmo tempo ignorado que é a falsa licenciatura do aluno liceal Führer Sócrates que não passa dum filho da puta a frente dum bando de fascistas cujo cehfe é ele mesmo e se estão cagando para os estúpidos que votaram neles.


Cada vez Portugal parece mais "O Processo" de Kafka onde um coitado e mui diligente gerente bancário é envolvido num processo onde ele nem sabe do que é acusado nem se consegue defender acabando no fim morto que nem um cão sarnento, e em portugal a regra kafkiana se aplica na função pública onde algo que vai contra a para-ditadura socialisto-maçónica vai contra acaba morto como um cão ou num julgamento que nem sabe donde veio ou quem fez a acusação pela qual está a responder só sabendo que o acusado vai ficar a perder de alguma forma tal como nos livros de Kafka onde se escreve na base do absurdo do abusrdo tal como o aluno liceal Führer Sócrates (des)governa e rege Portugal.


E ficam as minhas perguntas da ordem: Que merda é essa ? Será que todos andam a fazer o papel das personagens kafkianas ? Afinal quem aqui fica a perder ? É essa a democracia portuguesa ? Aonde está a democracia ? Para que se fez o 25 de Abril ? Quando saimos desse livro de Kafka de seu nome república portuguesa ? Para que serve a república e seu presidente se todos fora do cenáculo partidário são amordaçados ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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