O Mundo Precisa Da Inquisição
(Advertência: Entrada não recomendada a pessoas sensíveis e/ou doentes e o nível vai descer e muito porque simplesmente me saltou a telha)
Em Guimarães um filho da puta nojento dum pedófilo com 23 anos, pai duma pequena criança violou a sua vizinha com apenas 4 anos, mas ao contrário do caso de Fornos de Algodres (ainda) não foi solto ficando em prisão preventiva a espera de julgamento.
Fico a pensar quando leio esses casos se esses filhos da puta de merda não têm mulher em casa ou as putas nos anúnicos de "relax" de tudo que é jornal nacional e afinal se vão servir de crianças de tenra idade que merecem viver ao contrário desses filhos da puta.
Queria saber aonde para a CPCJ de Guimarães que não tira a criança a esse filho da puta a não ser que esteja espera que aconteça o mesmo que a pequena Letícia que ficou cega dum olho tamanhas foram as barbaridades que sofreu enquanto os membros da CPCJ coçavam a frutaria que tem entre as patas traseiras.
Enquanto coçavam uma criança sofria maus tratos diabólicos e sabe-se lá o que a filha ou filho desse filho da puta não sofreu ou estarára para sofrer porque todos os seres pensantes sabem que uma criança ao pé dum peófilo é como dorga ao pé dum viciado em tratamento, ou seja, está sujeita a ser usada e abusada até ao osso por alguém que não o caso do drogado é um ser duma sub-espécie de ser humano à parte da evolução da espécie de primatas Homo que suspotamente o pico da evolução se chama Homo Sapiens Sapiens, mas afinal essa espécie-pico se divide em duas sub-espécies que externamente parecem iguais, mas intelectualemnte são diferentes como dia da noite, uma superior racional e pensante, a outra inferior, violenta, irracional e perversa.
Guardem um pouco de Céu na Terra para as crianças porque são puras de coração, corpo e alma
Se existisse alguma justiça abaixo dos céus nada disso aconteceria
nada mesmo.....
nada....
Como sempre deixo as minhas perguntas sem resposta: Para quando a fogueira para esses filhos da puta ? Será que para os juízes desse país a pedofilia é aceitável ? Afinal quando há tranquilidade para as nossas crianças ? Será que as nossas crianças terão paz algum dia ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
Post-Scriptum: Peço desculpa aos mais sensíveis pelo uso de palavrões mas há casos que deixo a alma falar
Já começa a cheirar mal esta HISTÓRIA de PEDÓFILIA.
ResponderEliminarRepare-se o MEDO dos mesmos PEDÓFILOS á situação quase diária que se tem conhecimento de factos de PEDÓFILIA.
Mas aonde é que esta MERDA irá parar.
E por cima pai de uma criança, BOA mesmo , que PAI a dar um exemplo num futuro de uma criança.
É mesmo de arrepiar e a pedir CORDA NO PESCOÇO.
os enforquem, os queimem exreminem essa raça
ResponderEliminarDevo dizer que não tenho nenhum problema com os palavrões, mas a alma só devia falar quando sabe o que está a dizer. As CPCJs e as outras instituições do nosso país parecem ser o bode expiatório de todas as aberrações que por aí se assistem. Fico tentada a esclarecê-lo neste caso particular relativamente ao procedimento das CPCJs, uma vez que se preocupa tanto com as nossas crianças e jovens. Sabe, a realidade é que as CPCJ só intervêm e aplicam medidas de promoção e protecção da criança ou do jovem após a comunicação de uma denúncia. Ora sem denúncia atempada, meu caro, nem a CPCJ nem o Super Homem podem salvar as nossas crianças. Neste caso concreto, acredite que a CPCJ não é omnipotente e só podia agir se os vizinhos (ou qualquer um de nós) tivesse o tido discernimento de fazer a comunicação. Aí, garanto-lhe que o caso não teria vindo para a imprensa desta maneira. Aliás, se consultar as estatísticas da CPCJ Nacional, saiba que aquela CPCJ em concreto já trabalhou mais de 300 casos, só este ano.
ResponderEliminarbenvinda a lista já um pouco extensa de comentadores e comentadoras desse já um poucoi longo blog.
ResponderEliminarem relação a esse caso se entende que a CPCJ de Guimarães seja pouca para as encomendas por falta de meios, no entando há CPCJ's de cidades bem maiores que Guimarães que dão a ideia de nada fazer