Jamais Em Tempo Algum Servir A República Em Guerras, Nunca Na Vida Dar A Vida Pela República

Cada vez mais podemos calssificar a atitude do (des)governo sociaista e a mesma com o bemplácito presidencial como duma ingratidão extrema para aqueles que arriscaram a vida pela podre,velha e senil república quer nas suas guerras coloniais como agora no pós-guerra português nas operações no estrangeiro como sendo simples agente da ordem pública.


Uma medida que podemos muito bem classificar de ingrata, nazi e fascista para aqueles que deram o seu sangue suor e lágrimas por um regime que nem merece existir dada a podridão praticamente endémica que existe em Portugal que se sabe sempre mais um pouco dessa mesma podridão pelos meios de comunicação.


Agora o (des)governo da para-ditadura socialista tomou uma das suas decisões mais nojentas que foi o cortar da pensão como prisioneiro de guerra na guerra colonial a 150 pessoas que ficaram prisioneiras durante a dita guerra colonial, e não contente o (des)governo da para-ditadura quer que esse 150 benifciários dessa dita pensão cujo valor era de 100 euros a reponham nos cofres públicos mesmo sem puderem.


Da que pensar do que adiantaram se sacrificar por um país ingrato que nem sabe compensar o esforço de tanta gente no império colonial e afinal agora esse esforço e/ou martírio não é considerado  pela vaca chamada república em nome dum suposto déficit que afinal é a engorda dos bolsos do membro da elite rosa ou então as pensões dos ex-agentes da PIDE/DGS dadas de bom grado pela 3ª república como servidores do estado, mas aqueles que foram dar o coirão para ex-colónias ou sofreram algo com as batalahas nos vários pontos da guerra colonial nada merecem, embora alguns deles estiveram detrás da revolução de Abril que permitiu a esses filhos duma vaca mal coberta subissem ao poder 30 anos mais tarde.


E o suposto comandante supremo das forças aramadas e defensor da constituição e dos interesses nacionais se esta caganado para esses desgraçados que passarm as passas do Algarve para estarem vivos agora e a paga que tiveram por sobreviverem a tantas provações é ficarem sem o seu meio de subsitência, Portugal de facto é so desenvolido no gamanso descarado pelos mebors na nomeklatura partidária que esteja no poder.


E como sempre vos deixo as minhas balas sem resposta: Afinal do que serviu darem o sangue pela república ? Que pouca vergonha é essa ? Será que vale a pena legitimar esse regime ir votando nas eleições para os cargos de poder ? Que poder é esse que não reconhece aqueles que deram sangue, suor e lágrimas por ele ? Porque os ex-agentes da PIDE/DGS têm reforma inreira e esses desgraçados ficam sem esses 100 euros ? Do que serve no fim de contas a república e o seu presidente ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar.

Comentários

  1. Bom de uma maneira geral a POUCA VERGONHA dos POBRES continua a favor dos que recebem mais por serem POLITICOS/GESTORES etc e tal.
    Como ex-combatente sinto uma imensa vergonha de ter sido um dos que foi para o ULTRAMAR em 64/65/66 em DEFESA da PÁTRIA.
    Que ao fim ao fim e ao cabo desde o 25 de ABRIL temos sido vexádos e enxovalhádos por uma CAMADA de POLITICOS que nem a TROPA fez e são o AI JESUS no QUERO POSSO E MANDO NO MOMENTO da ACTUAL POLITICA.
    Além de nos terem obrigádos a pagar os tempos de tropa , que na altura era uma miséria que se auferia , hoje pagamo-la ao preço do CAMARÃO e senão mais cara.
    Se os actuais POLITICOS querem ouvir umas histórias de OFICIAIS que deram VERGONHA NO ULTRAMAR que digam que se conta .
    Agora enxovalhar os ex-combatentes por retirar misérias de pagamentos de uns miseros euros é que a mostarda está chegando ao nariz .
    Pelo menos ao meu está chegando o fedor a FÉNICO.

    EX-COMBATENTES ACHO QUE É ALTURA DE SE MANIFESTAREM NO VOSSO DESAGRÁDO.
    ATÉ QUANDO VAMOS PERMITIR TAL ENXOVALHANÇO.
    AONDE ESTÃO OS EX-COMBATENTES DE BARBA RIJA DO ULTRAMAR.

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  2. Revolução para tirar os novos fascistas do poleiro

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  3. Compreendo. O meu pai combateu em Angola entre 1973 e 1975 e sofre de stress de guerra, tal como muitos ex-combatentes. No entanto, ninguém faz nada! Há uns anos, no tempo da coligação, o (des)governo tinha prometido que os ex-combatentes podiam reformar-se mais cedo, mas nunca aconteceu nada. E não viram nem um tostão de compensação pelo sangue e o medo! E mais: têm de esperar até aos 65 anos para se reformarem como toda a gente! E, claro, com reformas de miséria, pelo menos no sector público, porque é preciso pagar aos boys! Uma vergonha... Entretanto, os deputados e ministros que nunca sentiram o medo que o meu pai e os outros combatentes sentiram reformam-se aos 40, 45 ou 50 anos com reformas principescas que a gente sabe... Até já enjoa!

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  4. A república e o (des)governo já metem nojo e um deles poderá cair com o voto massivo no Não no referendo do aborto

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