Dar a Vida Por Portugal É Mau Para a Saúde

Não querendo sacralizar as grandes figuras do nosso país basta ver os livros de história para ver que quem serviu esse país ou fez algo de digno ou heoroico acabou com morte precoce ou num esquecimento nojento.


Vindo aos inícios da nacionalidade temos o grande rei Pedro I, o Justo, Justiceiro (não o lavrador como disseram no concurso Quem Quer Ganha da TVI) ou o Cruel, apesar de ter vingado a sua eterna amada, D. Inês de Castro foi um rei justo e exercia a jsutiça e o governo com honestidade e lealdade limpando implacavelmente a corrupção que existia na sociedade, mas morreu novo.


Passados uns anos e sendo a única excepção a essa máxima de eterno esquecimento ou morte precoce veio o seu filho D. João I, o Mestre de Avis que colocou Portugal no mundo, passados uns anos veio grande Poeta, Pai de Todos os Poetas: Camões que acabou morto novo e na miséria assim como Gil Vicente, pai do teatro português.


Passados mais alguns anos veio o general Gomes Freire de Andrade que queria trazer a liberdade a Portugal e foi morto e caiu no esquecimento por causa disso, o Titã Cronos ditou a sua lei e o tempo passou até aparecer na cidade Invicta: Manuel Fernandes Tomás que liderou o golpe cartista e conseguiu libertar Portugal, mas como todos os outros acabou esquecido.


Ainda antes de Manuel Fernandes Tomás ou Gomes Freire de Andrade temos que lembrar os arquitectos que comandadaos pelo ditatorial mas clarividente Marquês de Pombal reconstruiram Lisboa após o amargedão do século 18 e tanto os arquitectos, engenheiros e projectistas cairam no esquecimento e Pombal acabou renegado pela Rainha D. Maria I a Louca que foi cognominada por a Piedosa, talvez por ter corrigido o grande erro de Pombal que foi a exucução de 99 % da família Távora por uma suposta conspiração para matar D. José e limpou o nome da dita família.


Mas o seu neto D.Pedro IV também fez serviço a Pátria quando largou o país que libertou (Brasil) para vir salvar Portugal do absolutismo e depois como os outros grandes herois da Pátria acabou morrendo jovem e esquecido ao ponto da estátua que o homanegea nem ser a dele mas sim a do seu primo Maximiliano do México, por ser parecido com ele e nem a Praça em Lisboa que tem o seu nome o usa, usando o nome republicano "Rossio".


Passados uns anos ao reino de D.Pedro IV veio outro Pedro de seu nome Pedro V e a sua esposa a princesa italiana e depois rainha de Portugal, D. Estefânia (sim a mesma que deu nome ao hospital pediatrico de Lisboa) que se juntaram ao povo quando Portugal estava a sofrer duas epidemias: Cólera e Febre-Amarela e o casal real se juntou ao povo vistando os hospitais, ajudando aqueles que menos podiam acabando por ambos morrerem dos dois vírus mas só a rainha foi lembrada com o nome do hospital pediátrico mas o sue esposo eternamente esquecido.


O seu pai D.Fernando II de Saxe-Coburgo Gotha foi um artista hábil deixando muitas obras para a prosteirdade como o o palácio da Pena em Sintra ou o Palácio da Ajuda mas ninguem se lembra dele que fez os impossíveis para parar com a guerra Civil mas só ela é lembrada no Teatro Nacional D. Maria II e que ostenta o seu nome por ter sido inaugurado no seu aniversário.


Na república também houve quem fizesse obra meritória e caisse num esquecimento nojento e muito típico do podre,velho e senil regime que nos rege a 96 anos e isso nos leva ao biénio 1917/1918 na altura das aparições tive parentes que eram vivos a altura das aparições e disseram que os dois videntes que morreram ainda crianças levaram porrada dos Mata-Padres da primeira república, mas não falando nas aparições de Fátima falo do presidente da República que se seguiu a esse acontecimento de seu nome Sidónio Pais que foi o primeiro político da república a pensar em obra sociais com criação da Sopa do Sidónio para os desfavorecidos e os direitos sociais foram amplamente reforçados que so tiveram reforço no 25 de Abril e agora são delapidados pela ditdura socialista, mas Sidónio Pais teve pouco tempo de vida acabando assassinado por supostas ligações a Alemanha, mas a realidade é que sua popularidade estava em crescendo e os tachistas que fizeram o golpe de 5/10/1910 estavam sem espaço de manobra.


Passados 10 anos da morte de Sidónio Pais surgiu a ditadura Salazarista e meio do seu "reinado" surgiu um general da Força Aérea, fundador da dita força e fundador do instituto nacional da aviação civil e que não teve medo de enfrentar de frente a ditadura Salazarista de seu nome General Humberto Delgado, mas por se impor a ditadura acabou assassinado e com uma avenida na cidade Invicta.


E nem os militares caidos nas colónias escparam a essa igratidão só tendo um monumento na avenida do infante dom Henrique e os sobreviventes do Vietname português nem pensão levam.


E veio o golpe dos Patos Bravos digo dos Cravos e lá surgiu um heroi do nada, um capitão de cavalaria vindo de Santarém, chamado Salgueiro Maia que liderou as forças que tomaram o Largo do Carmo, mas acabou abandonado e esquecido com cancro na sua terra, Santarém onde a Câmara Municpal local ao contrário da podre,velha e senil república, não esqueceu eregindo uma estátua em sua homenagem.


E passados 6 anos da revolução dos Patos Bravos, digo Cravos, veio para o governo um ex-deputado da ala liberal da Assembleia Constituinte chamado Francisco Sá-Carneiro e o seu lugar-tenente Amaro da Costa e essa dupla invencível estava a por a descoberto muitos podres da república mas como não convinha que esses podres se soubessem e sabotaram o avião onde esse duo dinámico ia para o Porto os matando e aos respectivos acomapnhantes e pilotos do avião, e nunca se apanharam os criminosos ou se descobriram o móbil do magnicídio.


E em 1988 um bombeiro deu a vida pelo o bem alheio no ainda mui misterioso incêndio do Chiado quando um computador lhe explode na cara o deixando cheio de queimaduras do 3º grau e provocando a sua morte uns dias depois ao fim dum sofirmento estóico mas para sua lembrança só ha uma ruela em Campo de Ourique ou junto a Rua Maria Pia na chamada zona dos Terramotos (rua junto a Maria Pia com esse nome).


E para acabar venho acrescentar o nome dos futebolistas e outros desportistas mortos ou vivos que tanto honraram o nome dos seus clubes ou da Pátria e acabam ou abaram esquecidos onde se incluem os para-olimpicos ou os "abadonados" como José Torres.


Como podem ver dar a vida por esse país de seu nome Portugal significa em boa parte dos casos morte precoce e esquecimento além da ingratidão perpétua enquanto os ex-agentes da PIDE/DGS têm reofrmas por completo ou os corruptos escapam sempre dando a sensação que o crime acaba sempre por compensar.


 


E deixo as minhas perguntinhas: Será que vale a pena dar a vida por Portugal ? Para que essa ingratidão para os heróis nacionais ? Será que em portugal ser-se filho da puta tem mais aceitação do que ser boa pessoa ? Será que não será melhor coçar a frutaria entre as patas trasieras do que fazer alguma coisa por esse país ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar.

Comentários

  1. Olá tron, fizeste um magnífico resumo dos esquecidos da História de Portugal. A falta de cultura deste povo não é de admirar, já no tempo do Salazar o nível da analfabetos deste país era o pior da europa, sendo um povo inculto, a Igreja, de braço dado com o Estado Novo, podia dominar a população a seu bel-prazer. O Cardeal Cerejeira, homem sombra junto ao ditador, dominava a mente de um pacóvio que via na Igreja a forma de poder eternizar o «Quero, Posso e Mando». Hoje será diferente? A Igreja poderá não ter já a força que teve, mas há outros que estão a fazer o mesmo trabalho encapotado de Socialismo. Os "heróis" são esquecidos, pelos corredores do poder passeiam os incompetentes, com ares de quem tudo sabem e o povo, esse que pensa que domina pois assim o fazem crêr, continuará a ser o eterno... esquecido. Um abraço

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  2. Caro Marius, acho que a música que escolhi para dedicar a este post resume tudo por que se traduzimos a letra o seu título diz : Não Precisamos Doutro Herói.
    E essa frase aplicada a Portugal é mais dura das realidades por que ninguem aqui reconhece os seus verdadeiros heóis sendo duma ingratidão extrema as atitudes que se tomam em Portugal.
    Por isso dar a vida pela minha família sim, Por Portugal jamais

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