República Radioactiva
Esse post, artigo ou entrada vai ser do agrado (em termos contestários) do meu amigo da blogsfera Dojaya fala de algo que a podre,velha e senil república e vários governos e (des)governos, tanto a ditadura salazarista como a suposta democracia após revolução dos patos bravos, digo dos cravos esconderam sempre dos otários que é falta de licença ou até janeiro a falta de licença do reactor nuclear do instituto de investigação nuclear funciona em plena vila de Sacavém sem licença.
O dito reactor além de funcionar sem licença e no meio duma cidade manda os resíduos não se sabe em que condições para França e para espanha e um cidadão com dois dedos de testa se põe a pensar se o (des)governo da para-ditadura socialista recusou a proposta da energia nuclear de Patrick de Barros que ia mitigar um cancro chamado desemprego que cada vez contamina Portugal e se a 30 anos em Ferrol, (perto de Sines) se lutou contra a enrgia nuclear, embora essa reduzisse em muito os custos energéticos e depdência do petróleo mas levnatria o problema dos resíduos nucleares e da segurança.
Não é que se repita Chernobyl mas com o nuclear mais vale prevenir do que remediar e em Portugal a ignorância ou falta de qualidade no ensino nas disciplinas-base do nuclear (fisica, química e matemática) é para além do tolerável e prova disso são os exames do secundário que foram um dilúvio de negativas.
Bem com falta de qualificações, ileteracia que cada vez cresce mais qaul cogumelos no Outono e outros demais defietos , de facto o nuclear em Portugal era mesma coisa que entregar uma arma de fogo a um bebé mas ter um reactor sem licença no distiro que concetra mais de um terço da população nacional ultrapassa os limites do tolerável e mostra a negligência com que o assunto tem sido tratado desde 1945.
A União Europeia soube do caso e adois anos caiu em cima de Portugal com um processo que deu em águas de bacalhau mas segundo a direcção do dito instituto o reactor foi licenciado apenas em Janeiro deste ano e ainda afirma que os resíduos são enviados para os Estados Unidos. Enviar resíduos dessa perigorisidade para tão longe quando em França fazem o chamdo reprocessamento ou torcando por miudos recilagem que tem um aprovetamento de 95 % e só obter a licença de funcionamento do reactor em Janeiro, por favor nem nos países que tem reacotres para uso energéticos ou mesmo científico os têm em cidades, criando sim cidades domitório para os funcionários e respectivas famílias ou então criando redes de transportes próprias entre as casas dos ditos funcionários e as centrais ou reactores, mas aberrações dessas só na podre,velha e senil república portuguesa.
E nesse caso não estarão os interesses nacioanis emjogo mas o presidente também tem parte de resposnabilidade em não verificar a situação como Soares e outros tudos que desde 1945 la estiveram a mandar e a desmandar.
E vão as minhas bombas nucleares sem resposta: Afinal o que andaram fazer esse tempo para não verem esse situação perigosa ? Andou tudo anestesiado na podre,velha e senil república ? Porque só houve licença para esse reatcor em Janeiro de 2006 ? Porque não houve antes ? Estavam a espera dum Chernobyl em Lisboa ? Se deixaram funcionar um reacotr nuclear para investigação nuclear de utilidade duvidosa e sem licença durante décadas, porque não deixam que se construa um reactor nuclear para se reduzir a petro-depedência ? Gostam de deitar dinherio fora e de ter meio milhão de desempregados ?
Como sempre vos peço par ler,comentar e divulgar
Radioactividáde, um beneficio ou um prejuizo, o que é certo é que Portugal não tem (ainda) reservas de petróleo para fazer face á energética das empresas ao preço da uva mijona.
ResponderEliminarTalvez, grandes carolas não queiram falar nessa energia ou então penso eu que não tenham grandes capacidades de produzir seja o que for nessa matéria, mas o que é certo é que (segundo se diz) o petróleo acabará lá para o ano 2050 e depois eu quero ver (se for bruxo) aonde o mundo vai escolher ou produzir a sua energia.
Com a reprovações em matéria de FISICA deste ano estamos a preparar carolas para essa energia, longe vá o agoiro.
Temos responsáveis mas como sempre fugindo com o cú á seringa, a culpa vai morrer solteira mais uma vez, não temos capacidade para invadir outro país á procura do bem dito petróleo, mas temos capacidade de carolas para virem para a TV dar de comentaristas no saber da guerra do Oriente, ai sim , deviamos ou seja os cientistas portugueses deviam tentar montar uma máquina com energia positiva com os celebres comentários fabricádos á custa de uma guerra que dizima inocentes em prole de uma teimosia do eu quero posso e mando de ambas as partes senvindo-se de uma população que nada tem a ver com a guerra e a sua culpa é por ter vizinhos que se abastecerem de material bélico para fazer o que lhe dá na tola, não sou comentarista de nada e longe de mim estar a tentar comentar uma guerra suja e nojenta como essa do Medio Oriente, já me basta as lutas existentes neste cantinho a que nos vamos habituando com a vida alta do custo de vida.
é sempre quando for tarde demais e quando o urânio ou outra fonte de energia extra-petroleo+carvão tiver ao preçodo ouro é que se vão mexer
ResponderEliminarBoa tarde Tron. Estive a fazer algumas pesquisas sobre este tal reactor e, por aquilo que pude ler, segundo algumas fontes, ele ainda não se encontra licenciado. Como tal a melhor solução seria talvez proceder ao seu desmantelamento. Ao fim de 45 anos a funcionar sem licença seria agora irónico optar pelo processo de licenciamento.Sem dúvida os vários governos que tivemos sempre souberam da existência deste reactor mas nada foi feito no sentido de alterar esta lacuna.
ResponderEliminarNum país "normal" qualquer infra-estrutura precisa de licenciamento para que possa ser feita uma avaliação. Ora como até à data não foi emitida qualquer licença para o reactor isso significa que ele está a funcionar na ilegalidade. E como tal, é "lógico" que não exista uma autoridade do Estado a fiscalizar e a acompanhar a actividade deste reactor nuclear. É necessário salientar ainda que, mesmo de âmbito de investigação, sem produzir energia (mas os ensaios, gerem resíduos radioactivos), este reactor é uma estrutura de risco para as populações, pois não está isenta de acidentes.
Infelizmente é o país que temos. Não merecemos mais.
Abraço!"