A Arte de Ser Calhau e Lambe-Solas a Toda Força

Me dediquei nesses dois últimos dias a um trablho de campo praticamente por acaso da sorte e deu paraver o quão estúpidos, calhaus e  ignorantes podem ser os portugueses na sua generalidade.


Ontem tive que sair para tratar do inútil cartão de utente porque no centro de saúde da Penha de França se espera no mínimo dois anos pelo dito cartão enquanto a média nacional é apenas de 4 meses e a boçalidade paleolítca está exposta nos computadores utilizados no dito centro de doenças, digo de saúde, que são mais antigos que o Apple II inventado em 1977 além dos funcionáros serem verdadeiros calhaus e não explicarem o vazio legal do decreto da morte, o famigerado 129/2005 de 11 de Agosto que tanto o Dr. Mengele da Lusitânia, perdão Correia de Campos se tanto orgulha.


Entretanto a tarde fui buscar a loja do cidadão dos Restauradores uma guia de substituição nova do cartão de saúde porque a outra já estava muito gasta do tempo que passa na carteira e vi em plena praça do Rossio em frente duma das duas livrarias do vestuto Diário de Notícias uns tipos vestidos de limões gigantes e umas meninas com estilo a "morangos com vinagre" e que estavam a distribuir latas da  Pepsi com aroma  de limão e eu devido a um pequeno problema físico tive que ir acompnahado  e apesar do calor não tinha vontade de beber logo naquela altura a dita Pespi assim com a minha mãe que me vinha acompanhar, mas as meninas saidas de algum episódio rejeitado dos morangos com açúcar queriam nos impor que bebessemos  as pepsis eu nem acietei e a minha mãe deixou a dela no chão e uma das manequins começou a falar alto demais e  nenhum de dois nem ligou  nenhuma porque tinhamos mais que pensar.


Mas pelos passeios era só ver latas praticamente cheias por que boa parte das pessoas não tinham vontade de beber mas os turistas, a estrangeirada quem vem encher o cu ao (des)governo da para-ditadura em impostos tinham o direito de levar a dita lata fechada só por que eram turistas mas esse episódio não é tudo nesse trabalho de campo.


Uns metros mais abaxo na Casa Brasielira na Rua Augusta não permitem que cidadãos nacionais ou que falem português levem produtos comprados no balcão para esplanada para pouparem os ditos 40 cêntimos da suposta taxa de ocupação por cada peça ou produto que é cobrada nesse dita pastelaria exitindo dentro  da dita  um cartaz onde diz isso de forma clara e se alguem faz isso ouve logo feio, mas se um turista em especial inglês ou alemão o faz ninguem diz nada.


Voltando um pouco atrás no tempo mais precisamente na altura em que esse mesmo PC avariou por um pico de corrente que o transformou numa quase inceneradora sem fumo e sem fogo  que também afectou os tubos catódicos do monitor e quando eu estava a espera de vez para receber no serviço pós venda da Fnac um novo monitor, me surge uma figura conhecida do mundo polítco de seu nome Sotto Mayor Cardia, ex deputado e ex ministro socialista e conceituado professor universitário e armou um pé de vento digno das peixeiras do Bulhão para que lhe trocassem um livro mas não trouxe o talão e queria ser  tratado como rei e algo que admiro na Fnac e que ao contrário de muitas lojas incluindo no meu antigo trabalho, ali não há clientes de primeira ou de segunda mas sim são todos iguais e esse senhor levou sopa porque estava mal habituado ao típico lambe-solismo tuga.


Mas voltando aos tempos de hoje e tive que ir ao IPO para mais uma consulta de rotina e buscar a crónica receita mensal antes que o meu medico fosse de férias e a psicolga a qual me indicou devido a incompetente da empregada auxiliar foi igulamente calhau e so mantive a calma porque simplesmente não estava para me chatear depois passei pelo interface dos comboios de Sete Rios com o metro da estação Jardim Zoológico para beber um café decente e ter metro mais perto do IPO; e no fim do muro do IPO e e onde começa o interface ha um pivete a urina humana devino aos taxistas da praça de taxi não querem ir a caa de banho dos comboios que fica a apenas 5 metros dentro do interface e da praça de taxi se esquecendo que há um hospital ali e passam ali pessoas mostrando o quão estúpidos são os portugueses para si mesmos.


Essas atitudes comparado com a ignorância mostrada nos concursos de TV e hoje mostrada no telejornal da uma da tarde da TVI que houve quem disse que Camões tinha sido um rei de Portugal ou que o primeiro rei de Portugal tinha sido o Mestre de Avis (D. João I) nem sabiam o nome  do primeiro ministro ou  confundiam o  descobridor do Brasil com  o descobridor do caminho  marítimo para Índia e temos um governo que só  pensa em e-mails para todos e e muitos nem sabem o que é  um PC ou até  mesmo um telemóvel.


Não seria mehor pensarem como mudarem esse estado de coisas porque Portugal hospitaleiro só se for para estrageirada por que para os nacionais  não é, os nacionais são os cães que  ficam a porta a espera dos ossos com muito poucas excpções; é a verdade sobre a "hospitalidade portuguesa" e ja agora que se fala de falsos ícones quem foi júri das marchas que  deu os  prémios porque deveria de estar com uma taxa de alcoolémia bem alta porque os prémios vieram todos trocados, quem merecia não levou e quem não mercia levou, coisas estranhas que só acontecem em Portugal.


Como sempre deixo as minhas sardinhas com muitas espinhas digo sem repostas:Aonde fica a boa educação ? Do que serve a  escola a  esta gente ? Não será  o Fernando Rocha mais  educado do que esta gente toda ? Só os estrangeiros é  que tem direito a boa recepção, então o que são os potugueses ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar 

Comentários

  1. Olá tron. Durante anos utilizei bastante os transportes públicos. Deu para ver os rostos sem expressão dos portugueses, deu para ver o evoluir da cidade aquando da Expo, deu para sentir o servilismo dos portugas relativamente aos estrangeiros. Ali no Campo Grande, na altura, cruzavam os autocarros destinados a Loures, Mafra, Odivelas etc. Quantas vezes via as pessoas no autocarro a pedirem ao motorista (em antes da paragem) para lhes abrir a porta para poderem apanhar apanhar a camioneta que naquele momento lhes passava à frente vindas do Campo Pequeno. Era só um abrir, uma corridita e lá conseguiam chegar a tempo de a apanhar. O motorista recusava-se a fazê-lo, alegando que podia ser multado. Tudo bem, estava no seu direito. Mas seria sempre esta a atitude? Claro que não tron, várias vezes vi estrangeiros a pedirem para abrir a porta e aquele motorista que era pelos direitos, curvava a cerviz e em pleno Campo Grande, parava o autocarro e suas senhorias saíam pela mesma porta que era negada aos portugueses. Por essa e por mais não é de admirar que qualquer pé-descalço vindo dos ghetos dos outros países seja tratado como um senhor neste país à beira-mar plantado. Quanto à cultura do nosso povo, podem não saber quem foi Camões, ou D. Afonso Henriques, mas sabem quem é a namorada do Cristino Ronaldo, não é por acaso que a rvista que mais se vende em Portugal seja uma de seu nome Maria. Está tudo dito. Um abraço

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