Um depois do armagedão e alguns meses depois do acto corajoso do grande Scolari
Hoje passa exactamente um ano e e desse ano se deve tirar 24 dias dum acto de solidaridade que fez Portugal mexer num espirito de união a volta de um miudo qe deu origem a uma reacção em cadeia começada por homem que para um certo homem é cobarde mas esse mesmo cobarde teve a coragem de mexer céus e infernos para ajudar o pequeno Martunis que depois deu origem a uma corrente de ajuda para a zona mais antigida pelo armagedão que foi a zona de Banda Aceh (Indonésia) enquando o "corajoso" que lhe chama de cobarde estava com a amante e tinha batido na ainda mulher e na filha mais nova e ainda se diz corajoso.
Um ano passou e a reconstrução material está praticamente concluida porque as populações seguiram a máxima do Marquês de Pombal "Se enterrem os mortos e se cuide dos vivos" e em seis meses ja estava quase tudo de pé mas a reconstrução psicológica essa ainda está longe de estar completa, muito longe mesmo porque nesses ponto todos ficaram a perder desde estâncias turisticas de Puket até as famílias que perderam os seus ninguem passou íncolme pela tragédia. Uns perderam milhares de clientes os segundos perderams os seus entes queridos e muitas familias foram aniquiladas nesse clone do armagedão de Lisboa acontecido cerca de 250 anos antes (1/11/1755).
Passado um ano sobre essa terrível tragédia da sempre que pensar na dita tragédia, como a vida humana é frágil e que não adianta se matarem em guerras fatricidas dado que a Mãe Natureza manda um armagedão a cada 250 anos e faz o "favor" a alguns senhores da guerra de aniquilar alguns humanos.
E um recado a quem chamou cobarde a Luiz Filipe Scolari: ele foi um homem de coragem a ajudar o pequeno Martunis porque a parti daí deu origem a uma cadeia de ajuda para as vítimas do armagedão e depois ele tem mais coragem ainda a se impor aos presidentes dos clubes a escolher quem muito bem quer para seleção e não se submeter aos desmandos dos presidentes descobrindo o principal segredo do aumento de qualidade da nossa seleção de futebol.
Só deixo uma pergunta: Quem é mais cobarde aquele que tem coragem para ajudar ou aquele que nem se mexe ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
Um ano passou e a reconstrução material está praticamente concluida porque as populações seguiram a máxima do Marquês de Pombal "Se enterrem os mortos e se cuide dos vivos" e em seis meses ja estava quase tudo de pé mas a reconstrução psicológica essa ainda está longe de estar completa, muito longe mesmo porque nesses ponto todos ficaram a perder desde estâncias turisticas de Puket até as famílias que perderam os seus ninguem passou íncolme pela tragédia. Uns perderam milhares de clientes os segundos perderams os seus entes queridos e muitas familias foram aniquiladas nesse clone do armagedão de Lisboa acontecido cerca de 250 anos antes (1/11/1755).
Passado um ano sobre essa terrível tragédia da sempre que pensar na dita tragédia, como a vida humana é frágil e que não adianta se matarem em guerras fatricidas dado que a Mãe Natureza manda um armagedão a cada 250 anos e faz o "favor" a alguns senhores da guerra de aniquilar alguns humanos.
E um recado a quem chamou cobarde a Luiz Filipe Scolari: ele foi um homem de coragem a ajudar o pequeno Martunis porque a parti daí deu origem a uma cadeia de ajuda para as vítimas do armagedão e depois ele tem mais coragem ainda a se impor aos presidentes dos clubes a escolher quem muito bem quer para seleção e não se submeter aos desmandos dos presidentes descobrindo o principal segredo do aumento de qualidade da nossa seleção de futebol.
Só deixo uma pergunta: Quem é mais cobarde aquele que tem coragem para ajudar ou aquele que nem se mexe ?
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