Não cometemos negligência , mas cometemos à mesma negligência

Os vermes , nojentos, verdadeiros montes de estrume da CPCJ negam o ingeável , negam que cometeram negligência, negam que mandaram uma criança para o inferno e nada fizeram para evitar que a pobre e desgraçada da Fátima Letícia com apenas mês e meio de vida e apesar das três internamentos no hospital por maus tratos e das diversas visitas da CPCJ essa não soube ou não quis tirar a pobrezinha do inferno e enquanto os vermes do estrume negam que foram avisados dos maus tratos e da violação eo director da pediatria do Hospital São Teotónio (Viseu), Dr Cílio Correia afirma exactamente o contrário e para o provar vos transcrevo o que ele afirmou na edição de hoje do olisponense diário Correio da Manhã (www.correiomanha.pt) "estava em risco e apresentava sinais evidentes de negligência grave”. “O Serviço de Pediatria foi exemplar na forma como actuou e denunciou a situação à CPCJ. Lamentamos profundamente que a criança não tenha sido prevenida de acordo com a preocupação manifestada", como é possível a CPCJ negar que não houve negligência, uma negligência que levou que um diabo violasse e espancasse um anjo e para cúmulo se enconstaram a sombra da bananeira da guarda da avó quando sabiam de ante mão que o predador poderia voltar a atacar maltrantado a propria filha com cumplicidade da mãe que pelo que se consta não tem o seu juizo perfeito.
E a CPCJ em vez de se mexer logo qual monte de estrume mole descer por uma ravina foi-se mexendo lentamente muito lentamente até que foi tarde, demasidamente tarde....
E para cumulo da cegueira e da negação do inegável a presidente da CPCJ de Viseu,Maria do Carmo Sá ,que enviou a pobre Fátima Letíticia para o inferno, diz que nunca detectou indícios de abuso sexual (embora o filho da puta do violador seja aquilo que se chame um predador com tres processos pendentes por violação de crianças); mas Nuno Maurício da PJ de Coimbra afirma que:“é importante reflectir sobre o sistema e ver o que correu mal. Se há indícios de maus tratos e abuso sexual é fundamental que as polícias sejam alertadas de forma célere" e a pediatra dra. Jeni Canha (que todas as divindades o iluminam para que ela trate e minize as sequelas que a pobre Fátima Letícia possa vir a ter)diz logo que e citando o Correio da Manhã que os parasitas da CPCJ: "não têm formação para detectar os sinais de alarme nestes casos".
Entretanto o processo ja esta entregue a PJ de Coimbra com o relatório médico da pobre criancinha que deixou de ter Natal graças aos monstros que lhe fabricaram, que lhe deram vida para lhe fazer sofrer.
E enquanto o pesidente nacional das CPCJ, Juiz Armando Leandro, as defende a dizer que houve uma coordenação perfeita (só se for na negligência) a mesma pediatra (Dra Jeni Canha) diz que os masu tratos e negligência que pobre Fátima Letícia sofreu ja vem de nascença e sente chocada com esse crime bárbaro e para os menos crentes transcrevo na íntrega os relatos da Dra. Jeni Canha como depois provo a negligência dos parasitas da CPCJ com transcrição do arrastar cronológico do sofrimento da pobre Fátima Letícia.
A bebé, que tem um mês e três semanas e pesa apenas 3,6 quilos, está internada desde sábado no Hospital Pediátrico de Coimbra e ontem deu entrada no Serviço de Medicina, onde se mantém “estável”, mas com “prognóstico reservado”. “Está melhor, neurologicamente estabilizada, deixou de ter convulsões e respira de forma espontânea”, disse a pediatra Jeni Canha, que se mostrou “chocada” com o caso.
Segundo a especialista, a bebé foi sujeita a “maus tratos severos” no seio da família “pelo menos desde que foi para casa” após o nascimento. Apresenta lesões “extremamente graves”, que deixarão sequelas, designadamente neurológicas, sensoriais e outras. Tem “equimoses antigas na face” e uma “anemia aguda, por perda sanguínea.

CRONOLOGIA

4 Novembro 2005

Fátima Letícia é internada pela primeira vez, com 14 dias, no Hospital de S. Teotónio, em Viseu. Tem peso baixo. Os médicos suspeitam de negligência.

8 Novembro 2005

A bebé tem alta. A avó materna assume a responsabilidade de lhe prestar todos os cuidados básicos em segurança.

11 Novembro 2005

A Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Viseu é informada pelo Hospital. É aberto um processo, que refere que os pais não sabem alimentar a filha e cuidar da sua higiene.

12 Novembro 2005

A bebé é internada pela 2.ª vez. Os médicos acham que está em risco e dá sinais de negligência grave. A avó refere conflitos na família. A CPCJ é informada.

17 Novembro 2005

Primeira reunião entre a CPCJ, os pais e os avós maternos.

22 Novembro 2005

Segunda reunião na CPCJ com a família. É estabelecido o Acordo de Promoção e Protecção: a bebé é entregue aos pais, com supervisão da avó, por um mês. Tem de passar os dias no restaurante onde a avó trabalha e dorme em casa da avó.

23 Novembro 2005

Fátima Letícia tem alta hospitalar e regressa a casa.

30 Novembro 2005

A avó queixa-se à CPCJ que os pais não cumprem o acordo.

2 Dezembro 2005

Reunião na CPCJ para tentar reconciliar a família.

5 Dezembro 2005

Visita da CPCJ a casa dos pais. As técnicas dizem não ter detectado maus tratos ou abusos.

6 Dezembro 2005

Pais faltam a reunião na CPCJ para mostrar exames médicos.

7 Dezembro 2005

Técnicas vão a casa dos pais pela segunda vez e não encontram indícios de crime.

9 Dezembro 2005

Fátima é internada pela 3.ª vez. Em coma, é transferida para Coimbra, onde permanece.

13 Dezembro 2005

Sérgio e Cátia, pais da bebé, são detidos pela Judiciária.

E após isso ainda dizem que não há negligência da CPCJ e razão para extinguir com esses vermes que deixaram que uma criança de 50 dias de idade fosse violada e espancada quase até ser morta por um monstro e nada fizeram e teve quer ser a PJ, a médica e avó por que quem deveria fazer não fez e os chefes ainda dizem que a CPCJ fez. Bem a CPCJ fez mas fez merda e da grande.
E deixo as minhas perguntas sem resposta: O que fazer aos dois monstros que causaram o inferno a anjinha chamda Fátima Letícia ? Para quando o fim das CPCJ ? Será que é preciso mais alguma criança sofrer para que esses parasitas desapreçam ? Não seria caso para ser julgado com pena de morte ? Por que não chamar a barra do tribunal por negligência a CPCJ ?
Como sempre vos peço para ler,comentar e divulgar


Post-Scriptum: Perdão pelo baixo nível de linguagem usado em alguns parágrafos mas aqui usei mais o coração do que cabeça, mas como sempre faço os posts ou entradas com alma e do fundo da alma e no dia do mui tradicional Natal dos Hospitais que já vai na sua edição 47 (espero que tenha muitas mais) um dos jornalistas convidados e que apresenta o Jornal da Tarde da RTP-1 e que passa em todos os canais da RTP menos a RTP-N falou falou no caso, mas esse mesmo jornalista da RTP mencionou em pleno Natal dos Hospitais mandando umas alfinetadas naquilo que não foi feito ou que naquilo que não quiseram fazer deixando o apresentador principal, Jorge Gabriel com um nó na garganta (como ontem fiquei ao fazer o post ou entrada anterior e como estou a fazer esta).
Que nunca mais essas coisas se repitam e que mais pesadas da punições e apesar de ser blasfemo dizer na época do Natal lamento não haver pena capital em portugal por que estes dois animais o merciam por que quem viola e ainda por cima espanca bebés de tenra idade não merece outro castigo.
E citando uma das estorfes duma das minhas músicas favoritas "Innuendo" dos Queen
Se existisse alguma justiça abaixo dos céus nada disso existia....
nada disso
nada mesmo
nada...


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