Toda a Verdade Sobre os Socialistas XXII (ingratos sem vergonha)
Mais uma vez a para-ditadura socialista mostrou esta semana o quão ingrata é a podre, velha e senil república portuguesa assim como a dita para-ditadura mencionada em epígrafe quando se soube que um nosso militar, mais precisamente um sargento dos comandos morreu ao serviço da NATO e da nossa mui amada Pátria que por azar é regida por um regime velho, podre e senil e (des)governado por uma para-ditadura socialista que ainda não viu que ja chegou o seu tempo de se ir embora.
O sargento João Paulo Pereira morreu a serviço da NATO e de Portugal no Afeganistão na frustrante caçada ao Novo Hitler quando patrulhavam uma estrada que desconheciam estar armadilhada num jipe emprestado por espanhois mas pintado com as cores da vaca podre e senil nascida em 5 de Outubro de 1910 que continua a não reconhecer o valor aos seus soldados em especial nos últimos tempos e o mais vil e nojento não-reconhecimento chegou agora com a morte do sargento João Paulo Pereira que não teve nenhum reconhecimento a não ser uma imenização de 80 mil euros mas nem luto nacional pela sua morte ou uma condecoração póstuma (não esquecer a omissão do luto nacional aquando da morte do grande Papa João Paulo II) , mas nos tempos das "trevas fascistas" (coloquei trevas entre aspas por que estamos numa ditadura implícita) os militares caídos em África eram alvo das homenagens do governo.
Portanto a para-ditadura socialista da impresão que se está vingar no dsgraçado que perdeu a vida para termos um mundo melhor para vivermos só por que o militares tiveram coragem para dizer a verdade, para dizer que os quarteis não vão bem, que os cortes nos direitos sociais são ditadoriais msrandoo seu carácter nojento, vil e desonrado por que simplesmente é inadmissível não se declarar um dia que seja de luto nacional por um militar morto ao serviço da porra duma Pátria que paga pensões aos braços armados das trevas salazaristas (PIDE) e teima em esquecer os seus militares que a serviram e combate ou que cairam em acção.
Como sempre deixo as minhas perguntas: Porque não observam o luto nacional pelo sargento João Paulo Pereira ? Por que não reconhecem a sua folha de serviços com uma condecoração como nos tempos da Ditadura ? Por que Portugal foi para o Afeganistão com material usado e emprestado pelos nossos aliados ? Por que os nossos militares não têm o reconhecimento e respeito devidos ? Porque os militares cáidos caems no esquecimento Porque os ex-agentes da PIDE recebem pensões completas ? Que raio de república é essa ?
Com sempre vos peço para ler, comentar e divulgar.
O sargento João Paulo Pereira morreu a serviço da NATO e de Portugal no Afeganistão na frustrante caçada ao Novo Hitler quando patrulhavam uma estrada que desconheciam estar armadilhada num jipe emprestado por espanhois mas pintado com as cores da vaca podre e senil nascida em 5 de Outubro de 1910 que continua a não reconhecer o valor aos seus soldados em especial nos últimos tempos e o mais vil e nojento não-reconhecimento chegou agora com a morte do sargento João Paulo Pereira que não teve nenhum reconhecimento a não ser uma imenização de 80 mil euros mas nem luto nacional pela sua morte ou uma condecoração póstuma (não esquecer a omissão do luto nacional aquando da morte do grande Papa João Paulo II) , mas nos tempos das "trevas fascistas" (coloquei trevas entre aspas por que estamos numa ditadura implícita) os militares caídos em África eram alvo das homenagens do governo.
Portanto a para-ditadura socialista da impresão que se está vingar no dsgraçado que perdeu a vida para termos um mundo melhor para vivermos só por que o militares tiveram coragem para dizer a verdade, para dizer que os quarteis não vão bem, que os cortes nos direitos sociais são ditadoriais msrandoo seu carácter nojento, vil e desonrado por que simplesmente é inadmissível não se declarar um dia que seja de luto nacional por um militar morto ao serviço da porra duma Pátria que paga pensões aos braços armados das trevas salazaristas (PIDE) e teima em esquecer os seus militares que a serviram e combate ou que cairam em acção.
Como sempre deixo as minhas perguntas: Porque não observam o luto nacional pelo sargento João Paulo Pereira ? Por que não reconhecem a sua folha de serviços com uma condecoração como nos tempos da Ditadura ? Por que Portugal foi para o Afeganistão com material usado e emprestado pelos nossos aliados ? Por que os nossos militares não têm o reconhecimento e respeito devidos ? Porque os militares cáidos caems no esquecimento Porque os ex-agentes da PIDE recebem pensões completas ? Que raio de república é essa ?
Com sempre vos peço para ler, comentar e divulgar.
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