O Crime Contra Eça de Queiroz ou cinismo cleirical residente em Portugal
Pela segunda vez desde da exibição de E.T. no Lusomundo Gallery me venho debruçar sobre a sétima arte e em especial sobre uma das mais imortais obres do grandioso Eça de Queiroz que em Portugal teve uma versão cinematográfica muito da diferente da mexicana que foi uma transposição da obra querosiana para os tempos modernos, a versão portuguesa praticamente ajavarda e adúltera a obra parecendo mais uma versão da película Zona J do que da obra de Eça de Queiroz, uma das adulterações mais flagrantes a obra é a posição do cónego Dias cujo papel na versão portuguesa foi desepenhado por Nicolau Breyner e é pedófilo enquanto na obra queriosiana e na versão mexicana e é ele que vai tomar conta do filho de Amaro e Amélia quando esta morre durante o parto.
Digo que é uma versão da Zona J porque simplesmente o padre se mete no vício em vez de afastar a Amélia do tráfico e dos maus caminhos do vício da droga que quase sempre é um caminho sem saída e o mais estranho nessa podre,velha e senil república muitos se manisfestaram quando foi a mui polémica obra de Michael Scorcese " A Última Tentação de Cristo " se manisfetaram na rua contra a suposta obra blasfema mas segundo algumas interpretações dos Envagelhos houve uma ligação muito forte entre Maria Madalena e Jesus Cristo. Tal polémica contra o filme de Scorcese fez lembrar a Fatwa pelo ayatola Khomeny lançada contra Salman Rushdie após escrever "Vesículos Satánicos".
Falei em cinismo porque foram contra a obra cinematográfica do norte-americano Michael Scorcese e foram contra um anúncio que nunca passou da forma de cartaz do centro comercial das Amoreiras da época do Natal que colocou uma alface no presépio e vieram para rua uns conservadores católicos logo a dizer que era blasfémia suprema só faltando chmar o cardeal ou mesmo o papa e conseguiram que anuncio em causa fosse retirado (e nem tinha nada de ofensivo) mas deixaram e deixam que passe nos cinemas na podre, velha e senil república uma verdaderio atentado a obra queirosiana e pior mostra cenas de sexo implícito qual os filmes da série Emanuelle , póe um padre no mundo da troga como cúmplice de traficantes e mostra como estes "puristas" da religião são cínicos e como o cinema português´tanto pode ser capaz de fazer bons filmes como Tentação, A Noiva, ou Capitães de Abril ou chega ao ponto de assasinar obras imortais.
Se não acreditam basta ler a introdução do próprio Eça que diz que a obra não é anticlerical e/ou ver a versão mexicanana que nada tem a haver com o crime contra Eça feito em Portugal a mui amada pátria do imortal e mega-traduzido escritor português.
Como sempre deixo as minhas perguntas sem resposta: Aonde estão os puristas da religião ? Que raio de filme é este ? Que prazer sentiu o realizador desse filme em assassinar a obra de Eça ? Se os puristas foram contra um simples cartaz não tinham mais razão de ir contra esse filme ou são cínicos e incoerentes ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar.
Digo que é uma versão da Zona J porque simplesmente o padre se mete no vício em vez de afastar a Amélia do tráfico e dos maus caminhos do vício da droga que quase sempre é um caminho sem saída e o mais estranho nessa podre,velha e senil república muitos se manisfestaram quando foi a mui polémica obra de Michael Scorcese " A Última Tentação de Cristo " se manisfetaram na rua contra a suposta obra blasfema mas segundo algumas interpretações dos Envagelhos houve uma ligação muito forte entre Maria Madalena e Jesus Cristo. Tal polémica contra o filme de Scorcese fez lembrar a Fatwa pelo ayatola Khomeny lançada contra Salman Rushdie após escrever "Vesículos Satánicos".
Falei em cinismo porque foram contra a obra cinematográfica do norte-americano Michael Scorcese e foram contra um anúncio que nunca passou da forma de cartaz do centro comercial das Amoreiras da época do Natal que colocou uma alface no presépio e vieram para rua uns conservadores católicos logo a dizer que era blasfémia suprema só faltando chmar o cardeal ou mesmo o papa e conseguiram que anuncio em causa fosse retirado (e nem tinha nada de ofensivo) mas deixaram e deixam que passe nos cinemas na podre, velha e senil república uma verdaderio atentado a obra queirosiana e pior mostra cenas de sexo implícito qual os filmes da série Emanuelle , póe um padre no mundo da troga como cúmplice de traficantes e mostra como estes "puristas" da religião são cínicos e como o cinema português´tanto pode ser capaz de fazer bons filmes como Tentação, A Noiva, ou Capitães de Abril ou chega ao ponto de assasinar obras imortais.
Se não acreditam basta ler a introdução do próprio Eça que diz que a obra não é anticlerical e/ou ver a versão mexicanana que nada tem a haver com o crime contra Eça feito em Portugal a mui amada pátria do imortal e mega-traduzido escritor português.
Como sempre deixo as minhas perguntas sem resposta: Aonde estão os puristas da religião ? Que raio de filme é este ? Que prazer sentiu o realizador desse filme em assassinar a obra de Eça ? Se os puristas foram contra um simples cartaz não tinham mais razão de ir contra esse filme ou são cínicos e incoerentes ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar.
Realmente é um filme à verdadeiro portugues limitado.....Na minha opinião estes realizadores acham que somos parvinhos e não conhecemos a verdadeira história escrita por Eça...mas foi uma pena se terem afastado tanto da grande obra que é O CRIME DO PADRE AMARO...de Eça de Queirós... quando fui ver o filem até pensei que era desta que ia ver um filme protugues de jeito...mas fiquei tão danada que nem cheguei ao fim do filme.No meu ver este filme vai ficar marcado na história do cinema português como um dos mais fracos filmes portugueses... enfim, não fossem os tais senhores Portugueses...adulteram tudo.
ResponderEliminarAna Luar
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