O triunfo dos porcos VI
Estes últimos dias o caso apito dourado tem estado fértil em acontecimentos e em descobertas de novos suspeitos no caso incluindo um arbrito internacional e ate fez um grupo da PJ da cidade do Porto se deslocar a Lisboa no âmbito das investigações.
Passando aos detalhes cada vez mais sórdidos: a lista das testemunhas que os agentes da PJ vindos da cidade do Porto era encabeçada pelo árbrito da primeira categoria Pedro Proença, entrementes o ex-árbrito internacional Lucílio Baptista foi ouviddo pela mesma equipa da PJ não como suspeito mas como testemunha durante 5 longas horas; no dia seguinte na cidade de Setúbal mais seis testumnhas foram ouvidas incluindo o árbrito Bruno Paixão.
Entretanto o já acima mencionado Pedro Proença saiu da PJ da cidade do Porto que não foi ouvido em Lisboa aquando da deslocação da equipa da PJ da cidade Invicta a capital devido a se encontrar na Madeira a apitar e um jogo se tendo deslocado as instalações da PJ da cidade do Porto e tendo saindo de la indigando e com vontade de processar dirigentes do conselho de arbritragem da federação portuguesa de futebol, mas o pior estava para vir.
No dia 3 de Fevereiro o ex-árbrito de Braga e actual intregrante do conselho de arbritragem da FPF foi interrogado e acusado de 10 crimes de corrupção desportiva e instigação ao abuso da autoridade, no dia seguinte, Paulo Paraty, árbrito internacional foi intimado a aparecer nas instalações da PJ da cidade do Porto não se sabendo se foi como testemunha ou como suspeito nem se se sabendo ainda se foi constituido arguido no caso a única ceretza e que o único arguido costituido de dia 4 foi o árbrito auxiliar João Macedo, mas Paraty ficou com termo de identidade e residência como dum arguido se tratasse so dizendo a imprensa "que fui a PJ dizer a verdade". E muito estranhamente o filho de Jorge Nuno Pinto da Costa presidente do Futebol Clube do Porto um dos suspeitos foi visto nas mesmas intslações respondendo a imprensa muito apressadamente que foi lá por motivos realcionados com a extinta Superfute (antiga empresa de José Veiga, director do Benfica) e foi como testemunha negando qualquer ligação ao caso Apito Dourado nem especificando em detalhe o assunto que o levou a PJ da cidade do Porto.
Vão preparando os vossos nervos revelações novas vão sair com toda a certeza sobre o mais sórdido escândalo do futebol português em breve prazo....
Como habitualmente deixo as minhas perguntinhas sem resposta ou que ninguem responde: Será que ha mais alguém metido nisso ? Quem é o chefão disso tudo ? Aonde isso vai parar ?
Como sempre vos peço para ler, divulgar e comentar
Passando aos detalhes cada vez mais sórdidos: a lista das testemunhas que os agentes da PJ vindos da cidade do Porto era encabeçada pelo árbrito da primeira categoria Pedro Proença, entrementes o ex-árbrito internacional Lucílio Baptista foi ouviddo pela mesma equipa da PJ não como suspeito mas como testemunha durante 5 longas horas; no dia seguinte na cidade de Setúbal mais seis testumnhas foram ouvidas incluindo o árbrito Bruno Paixão.
Entretanto o já acima mencionado Pedro Proença saiu da PJ da cidade do Porto que não foi ouvido em Lisboa aquando da deslocação da equipa da PJ da cidade Invicta a capital devido a se encontrar na Madeira a apitar e um jogo se tendo deslocado as instalações da PJ da cidade do Porto e tendo saindo de la indigando e com vontade de processar dirigentes do conselho de arbritragem da federação portuguesa de futebol, mas o pior estava para vir.
No dia 3 de Fevereiro o ex-árbrito de Braga e actual intregrante do conselho de arbritragem da FPF foi interrogado e acusado de 10 crimes de corrupção desportiva e instigação ao abuso da autoridade, no dia seguinte, Paulo Paraty, árbrito internacional foi intimado a aparecer nas instalações da PJ da cidade do Porto não se sabendo se foi como testemunha ou como suspeito nem se se sabendo ainda se foi constituido arguido no caso a única ceretza e que o único arguido costituido de dia 4 foi o árbrito auxiliar João Macedo, mas Paraty ficou com termo de identidade e residência como dum arguido se tratasse so dizendo a imprensa "que fui a PJ dizer a verdade". E muito estranhamente o filho de Jorge Nuno Pinto da Costa presidente do Futebol Clube do Porto um dos suspeitos foi visto nas mesmas intslações respondendo a imprensa muito apressadamente que foi lá por motivos realcionados com a extinta Superfute (antiga empresa de José Veiga, director do Benfica) e foi como testemunha negando qualquer ligação ao caso Apito Dourado nem especificando em detalhe o assunto que o levou a PJ da cidade do Porto.
Vão preparando os vossos nervos revelações novas vão sair com toda a certeza sobre o mais sórdido escândalo do futebol português em breve prazo....
Como habitualmente deixo as minhas perguntinhas sem resposta ou que ninguem responde: Será que ha mais alguém metido nisso ? Quem é o chefão disso tudo ? Aonde isso vai parar ?
Como sempre vos peço para ler, divulgar e comentar
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