Para que vinte valores no liceu II (a negligência médica mata em Portugal)

Dois acontecimentos neste podre, velha e senil república me fizeram criar esta sequela dum post ou entrada feita no nascimento desse blog mais precisamente no dia 4 de Dezembro de 2003 sobre o atendidmento dum médico num hospital mas agora o caso, aliás casos, são muito mais graves por que morrearm duas pessoas um adulto e uma criança.
Passando aos casos: no norte da podre, velha e senil república portuguesa uma criança de 7 anos apenas morreu enquanto fazia ginástica na escola que frequentava por insuficiência cardio-respiratória sendo as últimas palavras da criança "não posso mais, não me sinto bem" falecendo em seguir a frente dos colegas de turma todos da mesma idade.
Acontece que a pobre criança se queixava de sintomas de falta de ar e dores no peito que fez a mãe se dirigir com ela ao médico de família este as enviou a uma clínica chamada Clipóvoa fazer uma bateria de exames e depois a um cardiologista. Acontece que os exmes estranhamente nada acusaram e o cardiologista (que era do serviço público de sáude) disse assim " a senhora (mãe da criança) está meter caraminholas na cabeça da criança e ela pode muito bem fazer ginástica" e apesar das queixas da pobre criança o médico a deixou fazer ginástica e desgraçada da criança faleceu fazendo a escola pública gastar parte do seu magro orçamento em apoio psicológico aos colegas da pobre criança.
O outro caso se passa num dos brilhantes parasitas que são os hospitias de periferia tão elogiados pelas duas sorvedoras de dinheiro socialistas que foram as ministras da saúde socialistas Maira de Belém e Manuela Arcanjo, mais precisamente o Garcia de Orta onde um homem um homem de 73 anos morreu após uma perfuração intestinal provocada por um erro numa enodoscopia e mais ridícula ou perversa foi a a justificação dada pelo médico causador da morte que primeiro disse que foi insuficiencia cardiáca mas que depois foi a tal perfuração e que justificou-se que nos livros de medicina vem que este erro frequente mas neste hospital tal como o Amadora-Sintra não serve para nada porque que os dois pesos-pesados da saúde no sul de Portugal (Santa Maria e São José) continuam cheios de serviços e esses hospitais nem 10 % do serviço desviam dos pesos-pesados chegando-se a duviar da sua propria necessidade da sua existência e na mesma semana foi a segunda perfuração intestinal mas a sorte do primeiro doente e que sobreviveu.
Como habitualmente deixo as minhas perguntas sem resposta ou que ninguem quer responder com dedicatória ao ministro da doença, digo da saúde: Será que vintr valores no liceu significa ser bom médico ? Por apesar da miuda se queixar o medico cardiologista permitiu que ela fosse fazer ginastica ? Por que no caso da endoscopia o médico em causa não assumiu o erro ? Se os hospitais de periferia não fazem nada de jeito por que ainda existem ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar.

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