Isso é que era doce menino Pôncio

Quando se quer misturar política com futebol além de ser muito triste muito ser perigoso e sobretudo perverso em especial nesses tempos em que se investiga o caso Apito Dourado que revela perigosas e nojentas ligações entre política e futebol.
O caso ex-dirigente do Futebol Clube do Porto, Pôncio Monteiro foi um dos escolhidos para fazer parte das listas de candidatos a deputados pelo circulo eleitoral da cidade do Porto pelo PSD (partido do ainda primieiro-ministro) em lugar elegível mas o que causou polémica nesta última semana é a atitude do presidente da câmara do Porto que quando subiu ao poder municipal disse logo que ia ser imparcial e que não iria ter ligações ao mundo do futebol ao contrário dos seus antecessores socialistas que abriam a porta ao FCP e faziam tudo que o seu presidente Jorge Nuno Pinto da Costa dizia, Rui Rio mantém uma independencia férrea e ortodoxa em relação ao mundo fétido do mundo do futebol não passando da oferta de medalhas da cidade ou de portos de honra quando uma equipa da cidade tem alguma vitória desportiva, mas nada daquelas festas como os socialistas Fernando Gomes e Nuno Cardoso gastavam fortunas só para mostrar vassalagem a Pinto da Costa o que deixa muito tubarão do futebol enfurecido mas que é um exemplo para seguido por que o poder político jamais deve ser misturado com o futebol nem vice-versa (basta ver a série de posts ou entradas O triunfo dos porcos ou a situação do major Valentim Loureiro) e Rui Rio matendo a sua férrea indepedência em relação ao futebol não apreceu a imposição das condecorações de mérito desportivo a equipa do FCP por essa ter ganho a Champions League (também a merecer futura entrada) e a Taça Intercontinetal o que fez Pôncio Monteiro dizer na radio pública a dizer que Rui Rio não reconhecia o que o FCP tem feito pela cidade e que não apoia os clubes da cidade.
Acontece que Rui Rio não quer misturas com o futebol e a definição de apoio de Pôncio Monteiro é a mesma aquela que os socialistas tinham, ou seja, a pura e dura vassalagem ao clube de Pinto da Costa mas como Rio Rio a recusou Pôncio Monteiro exigiu a Santana Lopes o ainda primeiro-ministro da podre,velha e senil república portuguesa e sobretudo presidente do PSD que demitisse Rui Rio do cargo de vice-presidente do PSD e do cargo de presidente da câmara municipal do Porto pelo simples facto desses não abrir as portas da câmara as ordens de Pinto da Costa e Santana Lopes pensou não ouviu Pôncio Monteiro mantendo os cargos de Rui Rio e Pôncio Monteiro desitiu da candidatura de deputado por alegados motivos pessoais e por que se sentiu traído só por que Santana Lopes não lhe fez o frete de demitir Rui Rio e por consequência fazendo o frete a Pinto Da Costa assim acabaria provando que ja tenho mencionando em alguns posts ou entradas anteriores que os tubarões do futebol estão por trás da cortina puxando os cordelinhos dos fantoches que são os políticos eleitos e que esses quando deixam de ser úteis são mudados. Após essa reação de Santana Lopes, Pôncio Monteiro acabou por se juntar a Pinto da Costa numa espécie de frente "Anti-Rui Rio" que os socialistas querem aproveitar como base de apoio para recuperarem a câmara do Porto volatando a ligação mafiosa entre futebol e política que havia nos tempos dos socialistas Fernando Gomes e Nuno Cardoso.
Como habitual deixo as minhas perguntas sem resposta ou que ninguem se atreve a responder: Porque querem que todos prestem vassalagem a Pinto da Costa ? Por que estão contra Rui Rio não querer misturas com futebol ? Será que um presidente da câmara municipal do Porto tem que prestar vassalagem a Pinto da Costa ? Os encarregados da investigação do caso Apito Dourado não poderão investigar a câmra municipal do Porto no tempo dos socialistas, as suas ligações e a sua vassalgem ao FCP ?
Como sempre vos peço para comentar para ler, comentar e divulgar

Comentários

Mensagens populares