Os achados perdidos

Segundo uma sugestão feita a um comentário a uma entrada datada de dia 9/10/2004 com o titúlo "Dr. Caramono digo Carmona Rodrigues respeite o Bairro Alto" e a um apurado trabalho de campo vos venho falar dum problema que existe na mui nobre e sempre leal cidade de Lisboa desde do fim da década de 80 do século passado.
O problema é o seguinte: com o desmatelamento dos pavilhões provisórios para pequenos comerciantes existentes no centro da praça Martim Moniz a câmara municipal construiu do lado poente da praça novos pavilhões provisórios mas com melhor estrutura mas com a subida dos socialistas ao poder na câmara municipal de Lisboa em 89 veio a boa ideia (atenção foi mesmo boa ideia não estou a ironizar) de reformar a praça dado que a porção da praça junto a igreja de Nossa Senhora da Saúde antes das obras era um verdadeiro aterro e com tal reforma o terminal de elétricos e autocarros existente junto aos pavilhões foi desmantelado só servindo suporte a exibições provisórias de carrinhos de choque e outros espetáculos para jovens entrteanto o presidente da câmara mudou e os pavilhões mudaram para uma estrutura definitiva chamada Palácio dos Aboim onde agora são pequenas lojas de todo o tipo mas do lado oposto de onde se encontravam 10 anos antes.
No lugar do terminal dos transportes publicos onde também existiam algumas casas e duas churrasqueiras existe agora um centro comercial quase todo ocupado por lojas propriedade de comerciantes asiáticos e o restante terreno e delimitado por um muro e uma chapa metálica segura por umas calhas de alumínio que algumas ja estão partidas pondo em risco as pessoas que passam no lado poente da praça Martim Moniz diariamente dado que tanto as chapas de ferro como as calhas são verdadeiras guilhotinas com as arestas que têm nas suas fracturas.
Mas o cerne da questão está por de trás dessas malditas chapas no espaço quase centenário que era ocupado pelo terminal dos elétricos e dos autocarros quando a EPUL (Empresa pública para a ubarnização de Lisboa empresa criada em meados dos anos 80 do século passado pelo presidente da câmara municipal da altura Engº Nuno Kruz de Abecassis para construir casas preços razoaveis em Lisboa) adquiriu o terreno a câmara municpal para construir 4 prédios para habitção para que jovens viessem morar para o centro de Lisboa sem ter que gastar muito dinherio e sem obrigar os jovens a mudarem-se para aqueles jazigos de vivos que são aqueles pomares de prédios nas linhas de Sintra e Cascais. Acontece que num estudo de impacto ambiental descobriram supostas ruinas arábes que não são mais que aros de de tijolo e além disso estão no mesmo local onde se encontravam os segundos pavilhões e ainda não achou nenhum achado só têm achado entulho e da maneira como cavam ainda chegam ao túnel do metro que passa la próximo.
Dum dos extremos do terreno ja estavam colocadas as estruturas de suporte de betão e de ferro para um dos prédios mas agora achados arábes ainda não achou nada e uma das estrutura de suporte já esta se corroendo ja estando praticamente inutilizada e este terreno morto esta a sair muito caro a câmara municpial mantê-lo por que com o embargar das obras os toxidependentes do Largo do Intendente começaram a usar o terreno como sala de toma de drogas e câmra e para limpar o terreno contratou uma firma de segurança e depois a unica utilidade que o terreno encontrou foi até agora uma de parque de estacionamento gratuito para os automóveis dos seguranças que fazem segurança ao terreno e para o automóvel particular presidente da junta de freguesia do Socorro além de servir de local para os varredores municipias guardarem os seus carrinhos so para não terem que irem até ao posto municipal de limpeza que fica alguns metros mais acima e assim a situação vai estando mas em compensação no Bairro Alto no Covento dos Inglesinhinhos ja se podia construir um condomínio de luxo e se abater árvores centenárias, curioso não acham ?
Mas o que é certo dos achados ainda nada se achou e ainda se vai procurarando casas fora de Lisboa por que em Lisboa ninguem pode morar por que é caro e além disso quando ha chance de se ter casa um bom preço não se pode ter por uma supostas ruinas que se calhar nem o são.
Mais uma vez deixo aquelas perguntinhas meio chatas em especial aos poderosos em agora essas dirgidas ao presidente da câmara e como nos aproximamos de eleições autárquicas essas perguntinhas se revestem de capital importância:
Qual diferença entre um condominio de luxo e habitação para jovens nos critérios de atribuição de licença de construção ? Se não existe provas de serem ruínas arábes por que não se segue logo com as obras ? Por que se utiliza indeividamente o terreno que era para ser de construção para outros usos ? Sr. Engº Carmona Rodrigues por que senhor não ver a situação com os seus proprios olhos ?
Mais uma vez vos peço para ler, comentar e divulgar.

Comentários

  1. Infelizmente, o que se percebe é que os políticos em geral, digo em geral o mundo inteiro, não estão nem aí para a comodidade e facilidade dos mais hiposuficientes. O que falta mesmo é boa vontade de se realizar obras para o povo. Enquanto isso, desviam-se dinheiros e dinhieros para as suas contas particulares.Icaro Brasil
    (http://www.ciprianobarata.zip.net)
    (mailto:icarolawyer@hotmail.com)

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares