A lama achada

Esse artigo ou entrada é uma espécie de suplemento a entrada "Os Achados Perdidos" de 22/10/2004 em que relato o que se passa na praça Martim Moniz, em Lisboa e esse entrada vem relatar uma consequência dessa situação e merecia não estar como comentário mas sim estar como entrada para que o mundo soubesse a situação em que dita praça está.
A situação é essa: as chapas de ferro que protegem os "achados perdidos" têm uma distância do solo cerca de 5 cms para que a água da chuva possa escoar até aí nada de mal, mas com as primeiras chuvadas e com primeiros temporais o lado poente da praça Martim Moniz se transformou num mar de lama dado que a água da chuva se misturou com o entulho das escavações e veio parar a praça através desses espaços de escoamento e as telas de proteção dos "achados perdidos" voaram taransformando os aros de tijolo em piscinas e o estacionamento do presidente da junta num lamaçal.
Os utentes que queriam ir para a paragem dos elétricos e autocarros não poderam ir para os ditos transportes devido a lama que os impedia e no dia seguinte uns supostos arqueólogos estiveram lá as voltas nem sei porquê reforçando a ideia minha e de muitos lisboetas que mais valia construir os prédios dado que dali não se vai achar nada.
Como sempre deixo as sempre incomodas perguntas que ninguém sabe responder: Quando é que decidem a construir os prédios para jovens ? Estão a espera que o talude que sustenta a rua que passa por cima dos "achados perdidos" desabe ? Será que é preciso morrer alguém para isso se resolver ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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