Os nossos legisladores andam a dormir, ou talvez não .

No 1 de Agosto ao assitir ao Primeiro Jornal da da SIC ouvia algo arrepiante e potencialmente perigoso que segundo o mesmo jornal é que existe uma espécie de máfia que literlamente compra crianças "in utero" a mulheres búlgaras em dificuldades económicas extremas aproveitando-se dum vazio legal que nenhum legislador se preocupa a tapar.
Segundo o mesmo programa o sistema funciona assim: os intrememediários ou angariadores viajam até a Bulgária procurar grávidas que estejam a passar por dificuldades económicas extremas e as aliciam com valores que rondam os dez mil euros e arranjam um visto de curta duração que dure apena o tempo suficiente para que as mesmas deem a luz, vendam a criança e voltem para o seu o país. O visto e de curta duração pelo simples factos das gestantes em causa estarem no fim do tempo de gravidez acabando por fazerem o parto em clínicas envolvidas no esquema onde o casal "cliente" ou o conjuge do casal "cliente" regsita a criança como sua e a mulher bulgára que da a luz recebe o dinheiro.
O mais aberrante nisso tudo é a nossa própria legislação onde se proíbe apneas o tráfico de crianças para abuso sexual, não estando mais nehuma forma de abuso ou exploração infantil mencionada na mesma legislação. Mas uma coisa é certa depois da venda das crianças a casais supostamente adoptantes ninguem sabe o que acontece a estas mesmas crianças.
Esta venda de crianças continua por que simplesmente existe um vazio legal neste ponto enquanto no resto da União Europeia esta actividade abejecta é considerada crime e é punível com pesadíssimas penas de cadeia.
Estes mesmos traficantes de crianças sabem deses vazio legal existe no que concerna a venda de crianças e as dificuldades burocráticas existentes nos processos de adopção que existem em Portugal.
Como ja não fosse suficente o mal que estes senhores fazem, este senhores se aproveitam tanto do desespero de alguns casais para serem pais e do desespero das coitadas das búlgaras que são na sua maioria mães solteiras cujos namorados as engravidaram e fugiram.
Graças a esse vazio legal estes mesmos nojentos angariadores criaram uma espécie de rede de imigração semi-clandestina transformando jovens búlgaras em dificuldades extremas em verdadeiras "galinhas poiadeiras" ou "coelhas parideiras" que so se limitam a dar a luz crianças para serem vendidas como fossem animais de capoeira.
Tal acto só lhes prejudica a saúde tanto fisica como psíquica , e como ja não fossem consequências suficientes ha outra quase tão nefasta como a primeira que é a consequência social; consequência social que são os nossos orfanatos se enchherem cada vez mais de crinaças e não terem a chance de encaminhar estas esmas crinças por esta espécie de concorrência desleal dessa máfia que se aproveita da hiperburocrática lei de adopção para a rodear e manter esta espécie de venda cruel.
Se soube disso não só através da comunicação social como também graças a Polícia Judicária de Coimbra que apanhou em flagrante um casal "cliente", um angariador e uma "fornecedora" de mercadoria fazendo o negócio numa clínica que ja se encontrava sobre insvestigação situada na cidade dos estudantes.
A nossa Polícia Judiciária soube desta máfia atraves de relatórios da Suretê (equivalente francês da CIA) que descodriu uma rede semelhante no deprtamento de Seine-St. Denis (30 km a norte de Paris) e da Interpol que também recebeu denuncias duma rede semelhante que foi apanhada em Itália na cidade de Roma, a partir das quais se chegou a ramificação portuguesa desta rede diabólica. Em Itália as autoridades se meteram em campo em vez de dar impunidade ao casal "cliente" como acontece em Portugal dando a chance ao mesmo para que esse adopte legalmente a criança, as autoridades italianas estão buscando os pais legitmos das crinças para que estes as assumem enquanto em Portugal ou os "clientes" adoptam legalamente ou as crianças compradas vão para os sobrelotados orfanatos portugueses.
Mas ao contrário da lei portuguesa tanto na Itália como na França esta rede vai apnhar com toda a certeza uma pesada pena de cadeia pelo simples fgacto que nestes países o trafico de crianças seja com que obejctivo for é crime; mas na legislação lusitana ha um vazio legal no tráfico de crianças com obejctivos que não seja a exploração sexual, não dizendo se este mesmo tráfico e legal ou ilegal.
Mas se alguem colocar uma criança lusa para trabalhar e sumariamente punido quando está só está simplesmente ajudando a família .
A pior consequência legal que pode acontecer aos envolvidos nesta negociata é uma simples multa por falsas declarações ao registo civil e tanto a "fornecedora" como o angariador escapam impunes graças a buraco monumental na nossa legislação, por isso digo: os nossos legisladores estão a dormir? Ou talvez não.
Não seria melhor que os nossos políticos em vez de passarem tempo em falarem em deficit e a culparem o grupo económico Carlyle dos males de Portugal fazerem leis que resolvam os verdadeiros problemas do nosso país?
Como sempre vos peço para ler, divulgar e comentar.

Comentários

Mensagens populares