A anedota social
no dia 19 de agosto do corrente ano assiti a uma reportagem numa das minhas fontes de inspiração para este blog que é o jornal da noite da SIC, neste mesmo jornal vi uma situação verdadeiramente anedótica e triste digna de ser publicada num joranl como "O Incrível" ou dum programa de notícias aberrantes.
A situação e que um casal feliz e com filhos tem que se divorciar devido a um decreto-lei. Devido ao decreto lei que rege as pensões de invalidez esse casal tem que se divorciar por que num casa onde exista um benificário de uma pensão de invalidez o conjûge vaálido para o trabalho não pode auferir um salário acima de 50 % do salário minmo nacional que é cerca de 175 euros.
Passando aos detalhes a cerca de 10 anos o membro masculino do casal sofreu um acidente de viação do qual resultado a incapacidade total para a actividade laboral do mesmo devido a ele ter ficado tetraplégico. Entretanto para sustentar a família a esposa foi arranjando empregos mais ou menos estáveis qte que o marido teve o direito a uma magra pensão de invalidez de valor aproximado de 150 euros, mas graças a este mesmo decreto-lei verdadeiramente anedótico para o marido receber a pensão a mulher não pode trabalhar ou receber so meio ordenado.
O ridículo da situação e que eles tem que escolher entre a pensão ou o salário da esposa ou a pensaõ do esposo ou então se divorciar mesmo sendo felizes e se amando apesar do estado de saude do marido por que só assim e que podem benixficiar dos dois benifícios que são o salrio dela e a pensão deles mas não podem ser casados por senão se divorciar tem que 4 pessoas se sustentar com um salário mínimo por mês.
Por isso questiono : Aonde está o sentido de solidariedade do legislador que criou esta lei verdadeiramnte criminosa e anti-social ?
Será que tanto um funcionário como os chefes da segurança social portuguesa conseguem sobreviver com apenas um salário minimo por mês e como nesse caso com família para sustentar ?
Como sempre vos peço para comentar, ler e divulgar
A situação e que um casal feliz e com filhos tem que se divorciar devido a um decreto-lei. Devido ao decreto lei que rege as pensões de invalidez esse casal tem que se divorciar por que num casa onde exista um benificário de uma pensão de invalidez o conjûge vaálido para o trabalho não pode auferir um salário acima de 50 % do salário minmo nacional que é cerca de 175 euros.
Passando aos detalhes a cerca de 10 anos o membro masculino do casal sofreu um acidente de viação do qual resultado a incapacidade total para a actividade laboral do mesmo devido a ele ter ficado tetraplégico. Entretanto para sustentar a família a esposa foi arranjando empregos mais ou menos estáveis qte que o marido teve o direito a uma magra pensão de invalidez de valor aproximado de 150 euros, mas graças a este mesmo decreto-lei verdadeiramente anedótico para o marido receber a pensão a mulher não pode trabalhar ou receber so meio ordenado.
O ridículo da situação e que eles tem que escolher entre a pensão ou o salário da esposa ou a pensaõ do esposo ou então se divorciar mesmo sendo felizes e se amando apesar do estado de saude do marido por que só assim e que podem benixficiar dos dois benifícios que são o salrio dela e a pensão deles mas não podem ser casados por senão se divorciar tem que 4 pessoas se sustentar com um salário mínimo por mês.
Por isso questiono : Aonde está o sentido de solidariedade do legislador que criou esta lei verdadeiramnte criminosa e anti-social ?
Será que tanto um funcionário como os chefes da segurança social portuguesa conseguem sobreviver com apenas um salário minimo por mês e como nesse caso com família para sustentar ?
Como sempre vos peço para comentar, ler e divulgar
É de lovar a comunicação social dar impotência a estes assuntos, pois é a maneira de lutar contra artigos (como o nº2 da alínea a) do artigo 17 do Decreto-Lei, que impede que um casal tenha rendimentos acima do dobro da Pensão Sócial (+/- 2 X 154 feitos por legisladores que certamente não sabem o que é um deficiente ou que julgam que o mesmo, é um animal, sem sentimentos, emoções, direitos ou sonhos como qualquer outro ser humano.
ResponderEliminarOs meus parabéns.
POR FAVOR!! NÃO PAREM POR AQUI!!!!!Manuel Baltazar
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(mailto:mbbal@iol.pt)