Serviço Público de Televisão, Nada tão anti-semita
Ontem quase que eu estava advinhar que ia haver esterco no festival da eurovisão e escolhi ver a festa do Sporting para não me chatear com o festival porque ia haver roubo. E houve, o juri internacional que pesca menos de música do que um surdo-mudo fez tudo que a canção de Israel não ganhasse por parte deles, mostrando um descarado anti-semitismo digno de Adolf Hitler, com dois porcos episódios de amnésia: Hitler era tão homofóbico quanto os islâmicos são e a cantora de Israel é uma sobrevivente do massacre de 7 de Outubro de 2023. E ver os apresentadores da RTP pagos com os nossos impostos mostrarem o seu anti-semitismo contra um país que é gay frendly e sabendo-se que pelo menos um dos apresentadores é da comunidade das letrinhas foi nojento o que faz questionar se vale a pena a existência do chamado serviço público de televisão. Ontem foi a prova definitva que o coneceito de "serviço público" de televisão tem que acabar e que a RTP trabalhe para ter o dinheirinho que p...